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Simulado de risco biológico testa protocolos de segurança em Porto Alegre

Simulado de pouso de emergência em Porto Alegre avalia resposta a risco biológico; envolve Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Polícia Federal e Receita Federal e não afeta voos

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  • No sábado, 13, o Aeroporto Internacional de Porto Alegre sediou uma simulação de pouso de emergência com uma aeronave fictícia, para testar a resposta a um risco biológico envolvendo passageiros com doença desconhecida.
  • O exercício foi promovido por Fraport Brasil, SINDIHOSPA e Hospital de Clínicas, começando às 14h, com acionamento do Centro de Operações de Emergência do aeroporto.
  • A simulação envolveu órgãos reguladores e de fiscalização como Anvisa, Polícia Federal e Receita Federal, além de Vigilâncias sanitárias estaduais e municipais, Brigada Militar e EPTC.
  • Um ônibus representou a aeronave; equipes do SAMU e do Hospital de Clínicas realizaram triagem inicial com ultrassom portátil, sem impacto nos voos regulares.
  • Este é o quinto simulado de desastre promovido pelo SINDIHOSPA na região metropolitana, integrante de um cronograma de preparação para catástrofes.

O Aeroporto Internacional de Porto Alegre sediou um simulado de risco biológico promovido por SINDIHOSPA, Fraport Brasil e o Hospital de Clínicas. A simulação envolveu uma aeronave fictícia com passageiros infectados por uma doença não identificada, com o objetivo de avaliar a resposta imediata das equipes e a coordenação entre as instituições. O exercício ocorreu no último sábado, 13, e buscou testar a prontidão frente a ameaças sanitárias internacionais.

A ação teve início às 14h, com o acionamento do Centro de Operações de Emergência do aeroporto após um pedido fictício de apoio médico para 20 passageiros. Para simular um voo internacional, participaram órgãos reguladores e de fiscalização, como Anvisa, Polícia Federal e Receita Federal. Também atuaram Vigilâncias Sanitárias estadual e municipal, Brigada Militar e EPTC no controle de tráfego.

Durante a operação, um ônibus foi utilizado para representar a aeronave em solo, permitindo a triagem inicial de pacientes pela equipe do SAMU e pelo Hospital de Clínicas, com apoio de ultrassonografia portátil. A Fraport Brasil afirmou que a atividade atende exigências de segurança do setor aéreo e serve para aprimorar fluxos de acionamento em crises, sem impactos nos voos regulares.

Participantes e objetivos

O treinamento técnico integra o cronograma de preparação para catástrofes coordenado pelo SINDIHOSPA. Esta edição marcou o quinto simulado de desastre promovido pela entidade na região metropolitana. Em edições anteriores, foram testados planos de contingência para desastres urbanos como colisões, desabamentos e incêndios em prédios públicos e privados.

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