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Morre Abdullah Ibrahim, pianista que lutou contra o apartheid

Pianista Abdullah Ibrahim morre aos 91, na Alemanha, após breve doença, deixando legado de resistência ao apartheid; seguia ativo com três shows marcados para 2026

Foto empreto e branco do pianista Abdullah Ibrahim
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  • O pianista Abdullah Ibrahim morreu em 15 de junho, na Alemanha, aos 91 anos, após uma breve doença.
  • Nascido em 1934 na Cidade do Cabo, ficou conhecido como Dollar Brand no início da carreira.
  • Foi integrante do Jazz Epistles e ajudou a gravar o primeiro álbum de jazz de músicos sul-africanos.
  • Foi descoberto por Duke Ellington durante uma temporada em Zurique, o que impulsionou sua carreira internacional.
  • Gravou Mannenberg – Is Where It’s Happening em 1974, atuou na posse de Nelson Mandela em 1994 e seguia ativo, com três apresentações marcadas para 2026.

Morreu nesta segunda-feira (15/6) o pianista e compositor Abdullah Ibrahim, aos 91 anos. Segundo a família, ele faleceu na Alemanha após uma breve doença. Mesmo com a idade avançada, Ibrahim seguia ativo, com três apresentações marcadas para 2026.

Nascido em 1934 na Cidade do Cabo, Ibrahim ficou conhecido, no início da carreira, pelo nome artístico Dollar Brand. Ainda jovem, fundou o grupo Jazz Epistles, responsável pelo primeiro álbum de jazz gravado por músicos sul-africanos.

Durante a trajetória, deixou o país devido ao regime de apartheid, em 1962, acompanhando a cantora Sathima Bea Benjamin, que se tornou sua esposa. Em Zurique, ele foi descoberto por Duke Ellington, que ajudou a impulsionar sua carreira internacional.

Em 1974, lançou Mannenberg – Is Where It’s Happening, faixa que se tornou um hino da resistência negra ao apartheid. Ao longo de mais de seis décadas, Ibrahim gravou dezenas de álbuns e compôs trilhas sonoras para o cinema.

Legado

O músico atuou em palcos ao redor do mundo, dividiu o palco com grandes nomes do jazz e ficou conhecido por apresentações relevantes, incluindo a participação na posse de Nelson Mandela, em 1994. Seu trabalho é lembrado como um marco da música sul-africana e da história do jazz.

A confirmação da morte foi feita pela família, que destacou a importância de Ibrahim na cena musical global e na luta contra a segregação. O legado do artista permanece como referência para gerações de músicos e fãs.

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