- Mark Gordon deixa a Treyarch após vinte e dois anos na empresa, sendo dez deles na liderança do estúdio.
- Em carta oficial, a Treyarch afirma que o executivo vai se aposentar como líder de estúdio e seguir para o próximo capítulo de sua carreira.
- A subsidiária aponta dois novos chefes para comandar o estúdio em conjunto: Kevin Hendrickson e Yale Miller.
- Gordon teve participação em títulos da franquia Call of Duty desde o início, incluindo séries como Call of Duty 2: Big Red One, Call of Duty 3, World at War e Black Ops.
- O texto menciona ainda rumores de instabilidade na indústria de jogos e possíveis mudanças na Xbox, sem confirmar detalhes.
Mark Gordon deixa a Treyarch após mais de duas décadas dedicadas à franquia Call of Duty. O executivo liderou o estúdio por 10 anos e, segundo a carta oficial, decidiu se aposentar do cargo de chefe para seguir um novo capítulo em sua carreira. A Treyarch não detalha o que virá a seguir para o veterano.
Ao longo de sua trajetória, Gordon participou diretamente de títulos marcantes da franquia, desde Call of Duty 2: Big Red One e Call of Duty 3 até World at War e a linha Black Ops. A desenvolvedora destacou o impacto significativo do executivo na série.
O estúdio anunciou que Kevin Hendrickson e Yale Miller atuarão como co-líderes a partir de agora. A Treyarch descreve ambos como veteranos da franquia, com décadas de experiência em desenvolvimento e gestão de equipes.
Nova liderança e próximos passos
A mudança chega em meio a um contexto de rumores sobre o futuro do ecossistema de jogos da Microsoft e da indústria. Relatos indicam possíveis reestruturações que podem impactar estúdios terceirizados e projetos de alto perfil.
Analistas e veículos de imprensa apontam um período de incerteza para o setor, com discussões sobre fechamento ou venda de estúdios. A Treyarch, no entanto, mantém o foco na transição interna e na continuidade de seus projetos atuais.
Jason Schreier, jornalista de games, comentou nas redes que o cenário da Xbox pode sofrer mudanças expressivas nos próximos meses, o que alimenta especulações sobre impactos em estúdios e equipes criativas.
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