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Golpes com QR Code falso sobem, colocando comerciantes e consumidores em risco

Golpes com QR Code falso se multiplicam, com adesivos que colam códigos enganosos e direcionam para links maliciosos, expondo consumidores e comerciantes

QR Code falso: número de golpes cresce e coloca comerciantes e consumidores em risco
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  • QR Codes usados em cardápios, apps de transporte, táxis e comércio estão sendo alvo de golpes, com códigos falsos sobrepostos aos originais para redirecionar a links maliciosos.
  • O golpe pode permitir que criminosos tenha acesso a informações do aparelhos das vítimas, potencialmente chegando a senhas para realizar transações não autorizadas.
  • Especialistas recomendam evitar apontar QR Codes na rua, principalmente em locais de alta circulação.
  • A criação de sites falsos é facilitada pela rapidez com que é possível gerar novos códigos, e estimativas apontam que, em 2025, quatro sites falsos eram criados a cada hora.
  • Por segurança, alguns estabelecimentos têm deixado de usar cardápios digitais para reduzir riscos.

Com o aumento da popularidade dos QR Codes, cresce também a circulação de códigos falsos usados por criminosos para aplicar golpes contra comerciantes e consumidores. A fraude ocorre em diversos ambientes, como restaurantes, serviços de mobilidade e estabelecimentos comerciais, em contextos do dia a dia.

O golpe envolve adesivos com códigos fraudulentos colocados sobre os originais. Ao escanear, a vítima é direcionada a links maliciosos que visam invadir o celular e coletar dados ou realizar ações não autorizadas.

Especialistas em segurança digital alertam para o risco em tempo real, destacando a possibilidade de invasão de senhas caso o usuário efetue operações sensíveis após o escaneamento. A orientação é evitar apontar o leitor de QR Code na rua, sobretudo em locais de grande circulação.

Dados de uma pesquisa indicam que, em 2025, quatro sites falsos são criados a cada hora. Em resposta, alguns estabelecimentos têm migrado para evitar cardápios digitais, buscando maior segurança para clientes e funcionários, especialmente em operações com cardápio impresso.

A movimentação mostra que a segurança deve ser prioridade para varejo e alimentação. Gestores do setor ressaltam que a confiança do consumidor depende de práticas consistentes de proteção contra fraudes digitais.

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