- Mulher de 59 anos morreu após escorregar ao passar repelente durante trilha em gruta de Maricá, antes de rapel na Gruta do Spar, no domingo, 14 de maio.
- A vítima, Rosemary Suzart Garcia, integrava grupo de quinze pessoas e já utilizava capacete e luvas, mas estava sem corda no momento da queda.
- Testemunhas afirmam que a queda ocorreu quando ela levantou uma perna para aplicar o repelente e o pé de apoio escorregou, levando-a para o precipício de cerca de 30 metros.
- O corpo foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Instituto Médico Legal de São Gonçalo; a Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.
- A prefeitura de Maricá informou que a área é de propriedade privada dentro do Refúgio de Vida Silvestre Municipal de Maricá e que não é responsável pela autorização ou fiscalização de atividades de rapel no local.
Uma mulher de 59 anos morreu neste domingo em Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, após escorregar enquanto passava repelente durante uma trilha rumo à Gruta do Spar, antes de iniciar rapel. O acidente ocorreu pela manhã em uma gruta situada em área privada dentro de um Refúgio de Vida Silvestre Municipal.
A vítima foi Rosemary Suzart Garcia. Ela integrava um grupo de 15 pessoas que participava da atividade. Testemunhas disseram que o grupo já usava equipamento de segurança, como capacete e luvas, mas a vítima estava sem corda no momento do ocorrido. O grupo seguia por uma trilha íngreme, quando Rosemary perdeu o equilíbrio.
Conforme depoimentos, a mulher estava aplicando repelente quando levantou uma perna para o procedimento. O pé de apoio escorregou, levando Rosemary a despencar em direção a um precipício de cerca de 30 metros. O guia tentou segurá-la, mas não conseguiu devido à inclinação do terreno; o instrutor também chegou a se apoiar em uma raiz para evitar a queda.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 10h44. Ao chegar ao local, Rosemary já estava sem vida. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de São Gonçalo. A família da vítima foi localizada horas depois, após buscas pelos contatos do grupo.
A Polícia Civil instaurou investigação para apurar as circunstâncias da queda e realizou perícia no local. A prefeitura de Maricá informou que a área é uma propriedade privada dentro do Refúgio de Vida Silvestre Municipal e que não compete ao município emitir autorizações, fiscalizar ou interditar atividades de rapel em espaço privado.
Esclarecimentos sobre a área e responsabilidades
- A Prefeitura sinalizou que não há responsabilidade direta do município sobre autorizações de atividades no local privado.
- O caso segue sob apuração policial para confirmar detalhes e possíveis responsabilidades envolvendo a organização da atividade.
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