- A jovem Maria Eduarda morreu após saltar da Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, durante atividade de rope jump.
- A Polícia Civil apura que a vítima deveria estar presa a duas cordas de segurança, mas nenhuma estava instalada no momento do salto.
- Três funcionários responsáveis pela operação permanecem presos; depoimentos indicam ausência de memória sobre quem instalava ou fiscalizava os equipamentos.
- O caso é investigado como homicídio com dolo eventual, e também há apuração sobre o desaparecimento de uma câmera que estaria com a vítima.
- Testemunhas dizem que os organizadores usavam um grupo de WhatsApp para planejar os saltos; coordenador afirma que a empresa não possuía registro formal.
Um jovem morreu após saltar da Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, durante uma atividade de rope jump. A vítima, identificada como Maria Eduarda, tinha 13 de maio como referência noturna de falecimento. O incidente ocorreu no sábado, 13, durante a prática que utilizava duas cordas de segurança, que não estavam instaladas no momento do salto.
A Polícia Civil investiga a ocorrência como homicídio com dolo eventual. Três funcionários responsáveis pela operação permanecem presos. Eles afirmaram em depoimento que não se lembram de quem deveria instalar ou fiscalizar os equipamentos de segurança.
Segundo apurações, a gestão das cordas era descrita como processo alternado entre os integrantes, sem definição clara de quem executaria cada etapa. Um dos investigados relatou que havia atendimento de emergência no local após a queda, com a enfermeira realizando manobras de suporte vital.
Relatos indicam que o grupo organizava os saltos por meio de um grupo de WhatsApp, com orientação de segurança e conteúdos de possível viralização. Também há a verificação de que a empresa responsável pela atividade não possuía registro formal, conforme afirmou o coordenador pedagógico presente no dia do acidente.
A investigação também analisa o desaparecimento de uma câmera que estaria com a jovem no momento da queda. O portal de notícias informou que os quatro envolvidos discutiram o protocolo de segurança durante as atividade, sem consenso sobre responsabilidades.
- Em depoimento, os investigados alegaram que a rotina de conferência de cordas era realizada entre os membros, sem uma função predefinida para cada salto.
- Rafael Goulart, coordenador pedagógico presente no dia, afirmou que a divergência quanto ao registro formal da empresa ficou evidente apenas depois da tragédia.
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