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Julgamento de Chris Brown por ataque de cachorro é adiado após nulidade declarada

Julgamento por ataque de cachorro de Chris Brown é adiado após nulidade por conduta de jurado; novo júri será formado e depoimentos devem começar na sequência

Chris Brown
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  • O julgamento civil por ataque de cachorro de Chris Brown foi anulado após o juiz Huey P. Cotton identificar má conduta de um jurado, que pesquisou informações na internet e as compartilhou.
  • Brown deverá retornar na manhã de quinta-feira para o início de depoimentos de um novo júri.
  • Brown pediu adiamento para viajar e ver o filho recém-nascido; o advogado afirmou que o músico tinha voo marcado para Las Vegas.
  • A ação envolve a faxineira Maria Avila, que afirma ter sofrido danos graves após o ataque do cão de Brown, em dezembro de 2020, e busca indenização junto à empresa de Brown e a irmã de Avila, bem como o marido da vítima.
  • Durante a preparação do júri, Brown reconheceu responsabilidade parcial no caso, com debates sobre quem deve pagar danos e se outros dependentes também têm direito à indenização.

Um juiz de Los Angeles adiou o julgamento de Chris Brown por suposta agressão de um cachorro após declarar a nulidade do processo por má conduta de um jurado. Brown retornará ao tribunal na quinta-feira para iniciar os depoimentos em um novo júri.

Segundo a decisão, um jurado violou as regras ao pesquisar informações na internet e compartilhar o que encontrou. Com isso, o juiz Huey P. Cotton declarou a nulidade do julgamento e ordenou a formação de um novo júri com o grupo já presente no andar de baixo.

Brown era a primeira testemunha prevista no caso civil. O músico solicitou mais um adiamento para acompanhar o nascimento do filho, em Las Vegas, conforme informado por seu advogado. A criança nasceu em abril de parceria com Jada Wallace.

Desdobramentos

Durante a seleção, Brown reconheceu responsabilidade parcial ao contestar as acusações. O processo envolve uma ex-faxineira, Maria Avila, que afirma ter sido atacada por um cachorro de segurança em Los Angeles em 12 de dezembro de 2020. Ela busca indenização por danos.

Avila afirma que o animal surgiu repentinamente e causou ferimentos graves no rosto e no braço, exigindo cirurgia de emergência. Alega ainda desfiguração permanente, dano nervoso e perda de visão, além de relatos de testemunhas presentes no momento do ataque.

A irmã de Avila, Patricia, descreve cena de sangue e trauma ao buscar socorro para a irmã. Ela sustenta que viu Brown e outras pessoas manterem distância durante a agressão, sem impedir a fuga do animal. Brown afirma que esteve no andar de cima e desceu após ouvir o rosnado do cão.

O caso também envolve questões de responsabilidade sobre quem deve pagar indenizações a Avila, à irmã e ao marido que alega perda de consórcio. O julgamento deverá esclarecer divergências sobre valores e direitos ao acordo entre Brown e a empresa envolvida.

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