- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu após queda de cerca de 40 metros durante uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, no dia 13.
- A mãe da jovem, Val Rodrigues, publicou desabafo nas redes sociais no dia 17, dizendo sentir muita dor e saudade.
- A investigação aponta que a jovem foi impulsionada sem estar conectada ao sistema de segurança, o que provocou os ferimentos graves e a morte no local.
- Três homens foram indiciados por homicídio com dolo eventual: Maicon Fernandes Cintra, 42; Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32; Vitor de Freitas Gonçalves, 27; as prisões permaneceram preventivas após audiência de custódia.
- O caso reacendeu o debate sobre protocolos de segurança em atividades de aventura no Brasil.
A mãe de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, fez novo desabafo público sobre a morte da filha, ocorrida em Limeira, no interior de São Paulo. Val Rodrigues usou os Stories do Instagram para emocionar amigos e seguidores, dizendo que a dor persiste mesmo com o tempo.
Maria Eduarda morreu no sábado, 13, após ser lançada de uma altura de cerca de 40 metros durante uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira. Segundo as primeiras investigações, a jovem pode ter sido impulsionada sem o equipamento de segurança, causando ferimentos graves e a morte ainda no local.
Imagens do momento do acidente gravadas por testemunhas foram anexadas ao inquérito da Polícia Civil, que investiga o caso. As filmagens ajudaram a mapear a dinâmica do salto e a identificar os envolvidos.
Indiciados e prisão
A Polícia Civil indiciou três homens por homicídio com dolo eventual, isto é, pela assunção de risco no resultado. Respondem pela prática Maicon Fernandes Cintra, 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, 27.
Conforme o inquérito, os três aparecem nas imagens do momento do salto e teriam participado diretamente da atividade. Em depoimento, não teriam esclarecido o que ocorreu durante o salto.
Após audiência de custódia, as prisões em flagrante foram convertidas em prisões preventivas. Os suspeitos seguem detidos enquanto o caso avança na investigação. A repercussão nas redes sociais reacende o debate sobre os protocolos de segurança em atividades de aventura no país.
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