- Taylor Parker, 34 anos, foi condenada à pena de morte no Texas pelo homicídio qualificado de Reagan Simmons-Hancock, jovem de 21 anos grávida, em outubro de 2020, e pela remoção do bebê ainda no ventre.
- O crime, brutal, incluiu mais de cem golpes de faca e a retirada do bebê com bisturi, para levá-lo ao hospital como se tivesse acabado de dar à luz; Reagan morreu no local e a filhinha não resistiu no caminho.
- Parker fingiu estar grávida por cerca de dez meses, apresentando exames falsos, barriga de silicone e até organizando chá revelação para enganar familiares e o namorado.
- A história inspirou o documentário recente Instinto Materno, e fotos da acusada, tiradas pela polícia, mostraram-na irreconhecível no corredor da morte.
- A conexão entre os dois acontecimentos ficou clara após a descoberta do corpo de Reagan em sua residência, levando as autoridades a ligar o crime ao falso relato de Parker.
Taylor Parker, condenada à pena de morte no Texas, ficou conhecida por ter fingido gravidez, roubado um bebê e planejado um crime brutal que gerou um novo documentário. O caso ocorreu em 2020 e chamou a atenção nacional pela violência envolvida.
Segundo as investigações, Parker simulou gestação por quase 10 meses, com exames falsos, uso de barriga de silicone e até chá revelação. Ela enganjou familiares e o namorado, Wade Griffin, para sustentar a farsa.
A crueldade do crime veio à tona quando Parker decidiu atacar Reagan Simmons-Hancock, uma jovem de 21 anos, grávida de cerca de 35 semanas, em sua residência. O ataque ocorreu em 9 de outubro de 2020.
Parker feriu Reagan com mais de 100 golpes de faca e retirou o bebê com um bisturi, tentando apresentá-lo como recém-nascido. Reagan morreu no local; a bebê também não resistiu durante o deslocamento para o hospital.
A investigação conectou o cadáver de Reagan ao bebê supostamente nascido, levando as autoridades a associar os eventos. Parker foi detida após ser parada na estrada, coberta de sangue, com o bebê ainda com o cordão umbilical.
Após a descoberta do corpo de Reagan, as autoridades concluíram que Parker planejava manter a farsa e “dar à luz” o bebê para justificar a situação. O caso motivou a produção do documentário citado pela imprensa.
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