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De amigos de infância a suspeitos: o caso de estupro coletivo de adolescente

Caso envolve estupro coletivo de adolescente de 17 anos em Contagem, com relatos de dopagem, violência e tentativas de intimidação; investigação em andamento

Após o ocorrido, a vítima foi alvo de ameaças de morte
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  • Caso envolve uma adolescente de dezessete anos que relata estupro coletivo em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, durante um churrasco na casa da vítima, na última sexta-feira, dia 12.
  • A vítima afirma ter sido dopada e consumia apenas cerveja antes do episódio; grupo era formado por quatro jovens que eram amigos de longa data, incluindo um melhor amigo desde os seis anos.
  • Exames clínicos e relatos apontam agressões físicas, com hematomas e marcas de mordidas; segundo a mãe, dois agressores teriam batido na jovem durante o ato.
  • Ameaças de morte foram feitas contra a vítima e a mãe para evitar que o caso fosse denunciado; a família só soube do ocorrido no sábado, dia 13, ao buscar ajuda com uma líder religiosa.
  • A defesa dos suspeitos, todos com dezessete anos, busca desqualificar o depoimento da adolescente; há vídeos que comprovam o churrasco no local e horário citados; a investigação é sigilosa na Delegacia de Plantão de Contagem, e há possibilidade de fuga ao exterior conforme relatos.

A polícia investiga um estupro coletivo ocorrido em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O crime teria acontecido durante um churrasco na casa da vítima, uma adolescente de 17 anos, na última sexta-feira. A investigação aponta que havia quatro jovens no grupo, incluindo um amigo próximo desde os six anos.

A menina relata que, ao consumir apenas cerveja, acordou sem roupas com duas pessoas em cima dela. A principal hipótese é de dopagem com substância entorpecente. Exames clínicos indicam sinais de violência física, com hematomas e marcas de mordidas pelo corpo.

A mãe da vítima afirma que agressores confessaram a terceiros que dois deles bateram na jovem durante o ato. Após o ocorrido, a família recebeu ameaças de morte, com relatos de que denunciá-los colocaria em risco a própria vida e a da mãe.

A família denuncia tentativas de coação por parte de familiares dos suspeitos. Mães dos adolescentes teriam ido ao hospital para convencer a vítima a não registrar a ocorrência. As defesas dos suspeitos contestam o depoimento da garota, alegando versões diversas sobre o que aconteceu.

Investigação em andamento

A Delegacia de Plantão de Contagem trata o caso como investigação sigilosa por envolver menores. A polícia analisa mensagens em que a vítima afirma que três dos quatro jovens teriam pedido desculpas e admitido o crime antes de vulneráveis tentativas de intimidação.

Desdobramentos e proteção

A família teme que um dos envolvidos possa deixar o país, com informações de passagens internacionais já compradas. O caso segue sob apuração, com coleta de provas e oitiva de testemunhas para esclarecer o contexto e a autoria.

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