- A localização mais recente do celular do jovem de 24 anos apontou para a região onde a polícia encontrou um poço utilizado como cemitério clandestino em Rio das Pedras, zona oeste do Rio de Janeiro.
- Ryan Palhares Ló sumiu em 20 de abril, voltando do trabalho como barraqueiro na Barra da Tijuca e supostamente entrando na comunidade para fazer um lanche.
- As últimas localizações registradas mostraram o celular em três pontos diferentes de Rio das Pedras, incluindo mata perto da estrada do Sertão, rua Paineiras e estrada Boungainville, mantendo-se em um dos locais por cerca de doze horas.
- A família registrou o desaparecimento e acompanha as informações, que estão sob investigação da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).
- O poço encontrado durante operação havia sido citado por a mãe de Ryan e, segundo a denúncia, era usado por milicianos para desova de corpos; ao menos dois corpos já foram retirados, sem identificação até o momento.
O celular de Ryan Palhares Ló, 24 anos, apontou uma das últimas localizações antes do desaparecimento para a região de Rio das Pedras, zona oeste do Rio de Janeiro. A informação foi apurada pela família e confirmou a polícia. Ryan sumiu no dia 20 de abril, quando voltava do trabalho como barraqueiro na Barra da Tijuca.
Momentos antes do sumiço, ele conversava com a namorada por mensagens e não respondeu após passar por Rio das Pedras. A família acompanhou as localidades registradas pelo GPS, que indicaram três pontos na comunidade. As informações foram registradas entre a noite de segunda-feira e a madrugada seguinte.
O caso é acompanhado pela Delegacia de Desaparecidos (DDPA). Até o momento, não há confirmação sobre o paradeiro de Ryan. A família registrou o desaparecimento e solicita diligências das autoridades.
Poço clandestino
A mãe de Ryan havia indicado, em denúncia recebida por uma ligação anônima, a existência de um poço usado para desova de corpos por milicianos de Rio das Pedras. A denúncia foi veiculada pelo Balanço Geral RJ, da RECORD, no dia 4 de junho.
Durante operação realizada na manhã desta quarta-feira, agentes localizaram o poço. Ao menos oito policiais atuaram para retirar a tampa. Bombeiros auxiliaram na retirada dos materiais da cavidade, descrita como extremamente profunda.
Do local, foram retirados pelo menos dois corpos, e outros permaneciam na cavidade. Até o momento, não há identificação oficial das vítimas. A apuração segue sob responsabilidade da polícia civil.
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