- Justiça de Goiás condenou Milton Pereira dos Santos a quarenta e nove anos de prisão? Wait. I must correct. It says 89 anos, 3 meses e 10 dias. Let’s craft carefully.
- Milton Pereira dos Santos foi condenado a oitenta e nove anos, três meses e dez dias de prisão em regime inicial fechado, pela morte de seus ex-sogros em Cristalina, Goiás, na véspera de Natal de dois mil e vinte e quatro.
- Os crimes incluíram feminicídio, homicídio qualificado, fraude processual, adulteração de sinal identificador de veículo e violência psicológica contra a mulher, envolvendo a ex-companheira.
- A vítima Maria Batista de Oliveira, de sessenta e oito anos, e o sogro Mário Domingos, de cinquenta e nove, foram assassinados na noite de vinte e três de dezembro de dois mil e vinte e quatro; o pedreiro usou facão para os disparos, e a Polícia Militar encontrou o facão.
- Segundo o Ministério Público, Milton teria interrompido o fornecimento de energia para dificultar a defesa das vítimas e evitar câmeras; após o crime, ele e uma outra pessoa retiraram a placa da motocicleta usada, lavaram veículo e roupas, o que gerou acusações de fraude processual e adulteração de sinal identificador.
Milton Pereira dos Santos, pedreiro, foi condenado pela morte dos ex-sogros em Cristalina (GO). A sentença, proferida pelo Tribunal do Júri, fixou regime inicial fechado por 89 anos, 3 meses e 10 dias.
Os crimes ocorreram na noite de 23 de dezembro de 2024, no Assentamento Vista Alegre. Maria Batista de Oliveira, 68 anos, e Mário Domingos, 59, foram mortos a golpes de facão dentro da residência.
A denúncia do MPGO aponta que o réu interrompeu o fornecimento de energia para dificultar defesa e evitar registros de câmeras. Entre 19 e 23 de dezembro, Milton enviou mensagens de chantagem emocional à companheira, configurando violência psicológica em continuidade delitiva.
Julgamento e veredito
Durante o júri, ficou comprovada a relação entre o término do namoro e o crime contra a sogra, com a morte também de Mário Domingos para assegurar a ação. Cleiton Vieira Costa, apontado como comparsa, teve o caso desmembrado do processo.
Segundo a denúncia, após os homicídios, os envolvidos retiraram a placa da motocicleta usada, lavaram veículo e roupas para dificultar a identificação. Essas ações resultaram em condenações por fraude processual qualificada e adulteração de sinal identificador.
Milton foi preso em janeiro de 2025, em Luziânia (GO). A dosimetria aponta premeditação, frieza e crueldade, além de violação da moradia das vítimas na véspera de Natal.
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