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PF combate garimpo ilegal no Amapá e incinera 300 kg de drogas

PF deflagra operações contra organização criminosa de cassiterita no Amapá; bloqueio de bens supera R$ 650 milhões, enquanto 300 kg de drogas são incinerados

PF combate garimpo ilegal no Amapá e polícia incinera 300 kg de drogas apreendidas
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  • Incineração de aproximadamente trezentos quilos de drogas apreendidas desde novembro de 2025 na região metropolitana de Macapá, durante a Operação Narke 6.
  • Substâncias incineradas incluem maconha, crack, cocaína e drogas sintéticas.
  • Destruição ocorreu em um forno de olaria na região metropolitana de Macapá.
  • Polícia Federal deflagrou Trato Sujo II e Trono de Ferro II para desarticular organização criminosa que explorava cassiterita em garimpos clandestinos no Amapá; foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e seis de prisão preventiva em São Paulo, Minas Gerais e Amapá.
  • Investigações apontam que o grupo movimentou mais de R$ 200 milhões e utilizou documentação fraudulenta para esquentar cassiterita em mais de setecentos, aproximadamente seiscentos e setenta, toneladas; bloqueio de cerca de R$ 250 milhões elevou o total bloqueado para mais de R$ 650 milhões.

Na região Norte, a Polícia Federal incinerou cerca de 300 kg de drogas nesta quinta-feira (18) no Amapá, dentro da Operação Narke 6, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A queima ocorreu em um forno de olaria na região metropolitana de Macapá.

Segundo informações oficiais, as substâncias incluíram maconha, crack, cocaína e drogas sintéticas, apreendidas desde novembro de 2025. A operação destacou o volume total de 300 kg de material ilícito eliminado.

Operações simultâneas na região

No mesmo dia, a PF deflagrou Trato Sujo II e Trono de Ferro II para desarticular organização criminosa que explorava cassiterita em garimpos clandestinos no Amapá. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e seis de prisão preventiva em São Paulo, Minas Gerais e Amapá.

As investigações apontam que o grupo teria movimentado mais de 670 toneladas de cassiterita por meio de documentação fraudulenta, gerando mais de R$ 200 milhões em recursos. A Justiça bloqueou cerca de R$ 250 milhões em bens nesta etapa, elevando o total bloqueado nas investigações para além de R$ 650 milhões.

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