- Por volta das 17h50, estudantes do IFRS Restinga avistaram uma ossada em estado de decomposição em área de matagal próxima ao campus, em Porto Alegre.
- A Brigada Militar, via 21º Batalhão, atendeu ao chamado e preservou as evidências até a chegada dos peritos.
- Agentes do Instituto-Geral de Perícias e do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa conduziram os trabalhos de campo e isolam o local por causa da mata densa.
- A Polícia Civil, pela 4ª DHPP, ouviu testemunhas ligadas ao IFRS e busca confirmar a identidade e o sexo da vítima.
Uma ossada humana foi encontrada por estudantes por volta das 17h50 desta quarta-feira (17) em um matagal próximo ao Campus Restinga do IFRS, em Porto Alegre. O terreno fica ao lado de uma ocupação habitacional da região. A descoberta mobilizou equipes de segurança no local.
A Brigada Militar, pelo 21º BPM, atendeu ao chamado e abriu a área para preservar evidências até a chegada dos peritos. Agentes do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) passaram a conduzir os trabalhos de campo.
O isolamento da área ocorreu pela dificuldade de coleta de vestígios em mata densa na Zona Sul. A Polícia Civil, por meio da 4ª DHPP, colherá depoimentos de testemunhas ligadas ao IFRS para orientar a identificação da vítima e determinar sexo.
Coordenação policial e perícia
Equipes trabalham para confirmar a identidade da pessoa, bem como o sexo correspondente, sem ainda divulgar informações oficiais. A investigação foca em esclarecer as circunstâncias da morte e o que levou ao achado.
Laudos periciais devem esclarecer origem, estado de decomposição e período provável da morte. O casuísmo das evidências exigiu o uso de técnicas específicas de campo e coleta, com posterior envio aos laboratórios.
Entre na conversa da comunidade