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Casal que viveu 38 anos morre com 3 horas de diferença e mobiliza vakinha

Casal que viveu 38 anos morre com três horas de diferença e mobiliza vakinha para custear as despesas funerárias

Casal junto a 38 anos morre com 3h de diferença
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  • Celso Mindu, 55 anos, e Clarice Pereira Ramos, 57 anos, viveram juntos por 38 anos em Águas de Chapecó, Santa Catarina.
  • Eles morreram no mesmo dia, com cerca de três horas e meia de diferença.
  • Celso estava internado devido a um câncer; Clarice morreu em casa dias após, em estado de saúde debilitado.
  • O casal foi velado na Capela Mortuária de Águas de Chapecó e sepultado no Cemitério Municipal.
  • Familiares enfrentam despesas funerárias inesperadas, motivando uma campanha solidária no Vakinha para ajudar nos custos e apoiar a filha.

Celso Mindu, 55 anos, e Clarice Pereira Ramos, 57, morreram no mesmo dia, em Águas de Chapecó (SC), com apenas cerca de 3h30 de diferença. Celso estava internado por câncer; Clarice faleceu em casa, em estado de saúde já debilitado. A comoção se espalhou pelas redes sociais, com familiares e amigos compartilhando a história de uma união de quase quatro décadas.

Ao longo de 38 anos de união, o casal indicava forte cumplicidade e presença constante na vida de cada um. Amigos e parentes destacam o apoio mútuo e o convívio próximo, marcado por laços familiares e momentos compartilhados. A filha Leonice Pereira Ramos disse que o pai sonhou com a mãe antes de conhecê-la, reforçando a narrativa de uma ligação especial entre eles.

A despedida ocorreu na mesma semana, com velório na Capela Mortuária de Águas de Chapecó e sepultamento no Cemitério Municipal. Diante dos desdobramentos, a família enfrentou despesas funerárias inesperadas, já que as perdas ocorreram no mesmo dia. Amigos criaram uma campanha solidária para apoiar as despesas e ajudar na reorganização da relação familiar neste momento difícil.

A campanha de arrecadação ganhou apoio de moradores da região e de pessoas sensibilizadas pela história. O objetivo é captar recursos para custear serviços funerários e oferecer suporte à filha que retornou de São Paulo para acompanhar os pais. Além da contribuição financeira, o compartilhamento da mobilização busca ampliar a rede de solidariedade ao casal e à família.

Quem desejar ajudar pode contribuir pela campanha criada na plataforma Vakinha, destinada a apoiar a filha nas despesas do funeral. Além das doações, a divulgação do caso pelas redes também é uma forma de ampliar a corrente de solidariedade e dar visibilidade ao caso.

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