- Chris Brown depôs em julgamento civil em Van Nuys, Califórnia, dizendo que ficou em choque ao encontrar uma funcionária de limpeza ferida após ataque de cão de segurança em sua propriedade.
- Brown reconheceu responsabilidade parcial pelos ferimentos de Maria Avila, mas negou ser dono do cão Ovcharka da Ásia Central, afirmando que a raça foi adquirida pela equipe de segurança.
- Ele afirmou não ter ligado para o 911 nem prestado socorro imediatamente e ter saído do local antes da chegada de socorristas; disse estar em choque.
- O cantor descreveu sangue no concreto, ferimentos no rosto e no braço, e disse ter prendido o cão em um canil enquanto chamava um guarda.
- A defesa aponta que Maria Avila tem direito a indenização e que o caso envolve divergência sobre o valor; Brown disse ter sido orientado a evitar que vídeos gerassem circo midiático.
Chris Brown prestou depoimento em um julgamento civil em Van Nuys, Califórnia, envolvendo um ataque de cão à funcionária Maria Avila ocorrida em sua propriedade, em Los Angeles, há cinco anos. O cantor manteve que houve sangue no local, mas negou ser dono do cão.
Segundo Brown, ele acionou a segurança ao ouvir o rosnar do animal, prendeu o cão em um canil e tentou verificar se Maria Avila ainda respirava ao lado da casa. Ele também informou que não fez contato físico com a vítima durante o episódio.
O depoimento ocorreu enquanto Brown respondia sobre por que não acionou o 911 imediatamente e por que não prestou socorro diretamente, alegando ter ficado em choque e temer a exposição midiática. O processo envolve uma indenização para Maria Avila.
Brown, de 37 anos, disse que o cão de guarda da raça Ovcharka da Ásia Central, chamado Hades, teria sido adquirido pela equipe de segurança de sua propriedade, e não por ele próprio. O artista também negou ter pedido à segurança para preservar imagens de vigilância.
A vítima, Maria Avila, afirma ter sofrido ferimentos graves na cabeça, rosto e braço, com diagnóstico de desfiguração permanente e danos nos nervos. A ação também envolve outra funcionária de limpeza que está com Brown em outra ação judicial.
Durante a seleção do júri, houve uma decisão de anulação do julgamento, e o advogado de Brown informou que o caso envolve uma divergência sobre o valor de indenização, reconhecendo o direito de Avila a algum ressarcimento, ainda sem definição de quantia.
Desdobramentos do caso
O juiz já havia barrado perguntas sobre agressões anteriores de Brown envolvendo Rihanna, decisão que se mantém apenas para este processo específico de ataque de cão. Jurados inicialmente considerados foram dispensados por questões de imparcialidade.
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