- IPVA falso: criminosos criam sites que imitam Detran ou Secretaria da Fazenda para coletar dados do veículo e gerar boleto; o dinheiro vai para os fraudadores. Acesse o site oficial digitando o endereço no navegador e verifique se o domínio termina em .gov.br.
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- Multa falsa: mensagens urgentes dizem ter infração registrada e pedem acesso a um link para pagamento; o link leva a uma página que imita portais oficiais. Não forneça dados, acesse infrações apenas pelo site oficial do Detran.
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- Pedágio free flow: mensagens dizem que há pedágio pendente e cobram rapidamente por meio de link falso. Ignore e consulte débitos apenas nos sites ou apps oficiais da concessionária.
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- Fraude na bomba de combustível: em postos, pode haver registro de mais litros do que os realmente liberados ou abastecimento iniciado sem monitoramento. Acompanhe o painel da bomba e desconfie de preços muito abaixo da região.
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- Golpe na compra de carro usado: criminosos oferecem anúncio com preço baixo se apresentando como intermediário. Exija ver o carro pessoalmente, confirme identidade do vendedor e consulte documentos e histórico do veículo.
Motoristas brasileiros têm enfrentado golpes que exploram serviços ligados ao veículo, desde IPVA e multas até pedágios eletrônicos e compra de usados. Criminosos criam páginas falsas ou mensagens enganosas para induzir o motorista ao erro e sacar dinheiro ou dados.
Os golpes se espalham tanto online quanto presencialmente. Em postos de combustível ou na negociação de usados, a pressa e a desinformação aumentam o risco de vítima. Autoridades e órgãos de trânsito registram o crescimento dessas fraudes.
IPVA falso
O IPVA é obrigação anual e facilita golpes. Sites falsos imitam Detrans ou Secretarias da Fazenda estaduais, surgindo em buscas pagas ou por mensagens em redes. Ao inserir dados do veículo, o motorista recebe boleto ou Pix falso.
Para se proteger, acesse sites oficiais digitando o endereço manualmente e verifique domínio .gov.br. Desconfie de links recebidos por mensagens que prometem facilidades ou descontos.
Multa falsa do Detran
Golpistas exploram o medo de multas e pontos na CNH. Mensagens via SMS, e-mail ou apps indicam infração registrada e urgem pagamento imediato. Ao clicar, a vítima chega a uma página que imita portais oficiais e pede dados ou pagamento inexistente.
Especialistas orientam não confiar em links de mensagens para pagar infrações. Verifique infrações apenas em sites oficiais do Detran estadual ou por apps oficiais.
Golpe do pedágio free flow
O pedágio eletrônico sem cancela facilita o tráfego, porém abriu espaço para golpes. Mensagens informam pedágio pendente com link para pagamento rápido, geralmente com valor baixo para estimular cliques.
Ao acessar o link, o motorista cai em página falsa que imita cobranças de rodovia. Concessionárias recomendam ignorar mensagens e consultar débitos apenas em sites oficiais.
Fraude na bomba de combustível
Nem todo golpe depende de internet. Em postos, pode haver bomba manipulada para registrar mais combustível do que o realmente entregue, ou frentista iniciar o pagamento sem a presença do motorista. Em casos graves, há combustível adulterado.
A orientação é acompanhar o visor da bomba e o processo de abastecimento, desconfiando de preços muito abaixo da média.
Golpes na compra de carro usado
No mercado de usados, o golpe do intermediário é comum. Um anúncio legítimo é replicado com fotos idênticas e preço menor, e o golpista se apresenta como intermediário. Um adiantamento é pedido para reservar o veículo, enquanto o vendedor real desconhece a negociação.
Para reduzir riscos, verifique o carro pessoalmente, confirme a identidade do vendedor e examine documentos. Cheque histórico de débitos, restrições e sinistros antes de fechar negócio.
Informação como proteção
Golpes envolvendo carros evoluíram com o tempo, combinando páginas falsas, mensagens convincente e situações cotidianas. A defesa principal é a informação: desconfiar de mensagens inesperadas, evitar pagamentos por links e consultar fontes oficiais. Com cuidado, motoristas reduzem prejuízos e protegem dados.
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