- Mulher de 62 anos com transtornos mentais viveu por mais de um ano com o cadáver da mãe, em Trofa, Portugal, até a própria morte.
- Adelaide Sousa, de 87 anos, foi encontrada morta entre o final de um ano e o início do seguinte, após cair no hall da casa.
- O corpo da filha permaneceu no quarto, em avançado estado de decomposição, após a morte da mãe; polícia descarta hipótese de homicídio.
- Vizinhos acionaram as autoridades por meio de denúncias sobre o sumiço das duas, e passaram a observar a falta de movimentação no local.
- A investigação foi encaminhada à Brigada de Desaparecidos da Polícia Judiciária do Porto em abril, quando os corpos foram localizados.
Uma mulher de 62 anos viveu por mais de um ano com o cadáver da mãe na casa em Trofa, Portugal, até que as duas morreram. A Polícia Judiciária do Porto localizou os corpos nesta semana, após vizinhos denunciarem o desaparecimento.
Adelaide Sousa, 87 anos, morreu entre o fim de 2024 e o início de 2025, ao cair no hall da residência, próximo à entrada da sala. O corpo ficou no local e acabou reduzido pela decomposição. A filha não pediu ajuda e permaneceu no imóvel.
Ângela Pinho, 62 anos, com transtornos mentais e relacionamento conflituoso com a mãe, sumiu no fim de 2025. O corpo dela, em estado avançado de decomposição, foi encontrado sobre uma cama em um quarto próximo ao local onde estava o cadáver da mãe.
A polícia descartou homicide como hipótese. A investigação, que começou com a denúncia de vizinhos sobre o sumiço das duas, foi transferida para a Brigada de Desaparecidos da PJ do Porto, que confirmou os dois óbitos.
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