- A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira, operação contra falsos motoristas de aplicativos no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
- Ao menos seis criminosos foram identificados; há seis mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária.
- Os investigados, conhecidos como arrastadores, extorquem passageiros, cobrando até setenta vezes o valor da corrida e ainda utilizam ameaças.
- Vítimas frequentes incluem idosos, turistas e estrangeiros; motoristas de aplicativo legalizados e taxistas também são alvo de intimidação.
- A GRU Airport afirma atuação integrada com as forças de segurança, orientando passageiros a evitar abordagens espontâneas e a usar áreas de embarque regulares; imagens e monitoramento ajudam as investigações.
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A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira uma operação para coibir motoristas de aplicativos que atuam na saída do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e que estariam praticando golpes contra passageiros. A ação mira um grupo conhecido como arrastadores, apontado como responsável por extorsões.
Segundo as investigações, os criminosos coagiam passageiros, incluindo idosos e turistas, para pagar valores muito acima do da corrida, chegando a cobranças até 70 vezes maiores. Também haveria intimidação contra motoristas de aplicativo e taxistas regularizados.
Ao todo, a polícia cumpriu seis mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária, com identificação de pelo menos seis suspeitos. A atuação integra esforço conjunto de redes de segurança para coibir atividades clandestinas no terminal.
Ações e contexto
A concessionária responsável pelo terminal confirmou o esforço de combate ao transporte irregular. A GRU Airport informou que a fiscalização envolve a Polícia Militar, a Polícia Rodoviária Federal e a Secretaria de Transportes de Guarulhos, com apoio da concessionária.
A GRU Airport destacou ainda que passageiros são orientados a evitar abordagens não autorizadas em áreas públicas e a usar apenas áreas oficiais de embarque, como a Praça Pick-Up do Terminal 2. A concessionária fornece imagens para subsidiar investigações policiais.
A empresa de gestão do aeroporto ressaltou que recursos de monitoramento são usados para assegurar evidências e facilitar diligências nos inquéritos. Informou que novas ações preventivas estão em estágio de implantação, envolvendo diversas forças de segurança.
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