- PF e PMPR apreenderam, em Foz do Iguaçu, uma carga milionária de eletrônicos mantida em depósito clandestino.
- A operação resultou em 31 fardos com aproximadamente 1 mil celulares, 1 mil smartwatches, 260 computadores, 200 câmeras corporais e 50 fones de ouvido, entre outros itens.
- O material, avaliado em cerca de R$ 8 milhões, saiu do Paraguai e atravessou o Rio Paraná de barco até a margem brasileira.
- Pessoas que descarregavam os aparelhos fugiram a pé pela mata, deixando o veículo usado para transportar os dispositivos.
- Todo o material, junto com o carro, foi encaminhado à Receita Federal de Foz do Iguaçu para os procedimentos legais.
Dois órgãos de segurança federais conduziram uma operação conjunta em Foz do Iguaçu (PR) nesta quinta-feira (18), resultando na apreensão de uma carga milionária de eletrônicos. A ação envolveu a Polícia Federal e a Polícia Militar do Paraná.
A carga, avaliada em cerca de R$ 8 milhões, havia saído do Paraguai e atravessado o Rio Paraná por meio de uma embarcação. Na margem brasileira, agentes observaram o desembarque e o transporte dos aparelhos para um veículo, que foi utilizado para levar os itens até um depósito clandestino.
Apreensão e o que foi encontrado
Os policiais monitoraram a movimentação e localizaram o imóvel com parte dos dispositivos dentro do veículo e o restante no depósito. Ao todo, foram encontrados 31 fardos de produtos eletrônicos.
- Aproximadamente 1 mil celulares sem marcas ou modelos identificados.
- Pelo menos 1 mil smartwatches, sem especificações de modelos.
- Cerca de 260 computadores, 200 câmeras corporais e 50 fones de ouvido, entre outros itens.
Os suspeitos responsáveis pelo transporte abandonaram o local antes da abordagem e não foram localizados pela Polícia.
Procedimentos e encaminhamentos
Todo o material apreendido, bem como o veículo utilizado, foi encaminhado à Receita Federal de Foz do Iguaçu para os procedimentos legais e a verificação de procedência das mercadorias importadas. A Receita ficará responsável pelo detalhamento das mercadorias.
A operação continua sob apuração das autoridades para identificar os responsáveis e a origem exata dos itens, bem como confirmar a rota de contrabando.
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