- Vini Jr. recorreu após perder ação contra a Light; recurso foi apresentado na última terça-feira (16/6).
- O atacante pediu produção antecipada de provas para que a concessionária exiba documentos, gravações e protocolos de atendimento.
- Ele afirma que existe um crédito de aproximadamente R$ 162 mil em seu favor, resultado de serviços de adequação elétrica, e que a cobrança pode ter sido indevida.
- A sentença havia indeferido a medida, com o argumento de que não havia necessidade de acesso aos documentos na fase.
- O jogador alega que a Light se recusou a fornecer os materiais e destaca risco de perda de evidências; se vencer, pode abrir caminho para nova ação.
Vini Jr. recorre após perder ação contra a Light e acusa erro de juiz. O jogador pediu acesso a documentos que, segundo ele, podem comprovar a existência de um crédito de cerca de R$ 162 mil. A defesa foi apresentada no dia 16 de junho.
A ação tratou de uma produção antecipada de provas contra a Light. O objetivo era obrigar a concessionária a exibir documentos, gravações e protocolos de atendimento relacionados a obras de adequação elétrica. O valor alegadamente devido seria informado verbalmente por um funcionário da empresa.
O tribunal indeferiu o pedido, sob o argumento de que a necessidade da medida não ficou demonstrada na fase inicial. A defesa de Vini Jr. recorreu da decisão, a fim de obter acesso aos arquivos e esclarecer possíveis cobranças indevidas.
Recurso e argumentos
Vini Jr. sustenta que o magistrado errou ao acolher os argumentos da Light, pois a ação visava justamente acessar provas. O jogador afirma que a documentação é necessária para verificar cobrança excessiva, eventual crédito devido e estornos, se houver.
A defesa destaca que toda a documentação está sob posse da Light e que a empresa se negou a disponibilizá-la. Segundo o recurso, há risco de perda de evidências, já que gravações de atendimento possuem prazo de armazenamento.
Caso o recurso tenha sucesso, a Justiça poderá determinar que a Light apresente documentos, protocolos e gravações solicitados. A partir disso, Vini Jr. poderia avaliar a abertura de nova ação contra a concessionária.
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