- Por volta de 2h40 de quinta-feira (18/6), ladrões arrombaram um veículo estacionado próximo à Esplanada dos Ministérios, no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília.
- Três malas de viagem foram levadas, contendo joias, roupas de grife e três relógios Rolex avaliados em cerca de R$ 1 milhão.
- O passaporte da vítima também foi levado; o empresário e a namorada teriam deixado as malas no carro para descansar após chegar de viagem internacional.
- Um segurança do hotel informou a troca de plantão sobre o arrombamento, e há a suspeita de um veículo visto próximo ao automóvel no momento do crime.
- A Polícia Civil do Distrito Federal investiga as circunstâncias, analisa imagens de câmeras de segurança e ouve depoimentos, incluindo a versão de que as peças teriam sido adquiridas “de segunda mão”.
O que aconteceu: ladrões arrombaram um carro estacionado próximo à Esplanada dos Ministérios, no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília. O crime ocorreu por volta de 2h40 da quinta-feira (18/6). Diversos pertences de alto valor foram levados.
Quem está envolvido: o proprietário é um empresário baiano, residente em Luiz Eduardo Magalhães. Ele retornava de uma viagem internacional com a namorada, quando houve o arrombamento.
Quando e onde: evento ocorreu na madrugada de quinta, nas imediações de um hotel próximo à Esplanada, área de intensa movimentação turística. O veículo ficou com um vidro danificado e as malas foram para o interior.
O que foi levado e avaliação: entre os itens subtraídos estão joias, roupas de grife e três relógios Rolex, avaliados em cerca de R$ 1 milhão. Também foi levado o passaporte da vítima.
Investigações em andamento
A PCDF investiga o furto, com análise de imagens de câmeras da região. Um possível veículo suspeito foi citado pela equipe de segurança do hotel, que informou o arrombamento durante o plantão.
Por que houve crime e próximos passos: a polícia busca entender por que as malas não foram levadas ao quarto, conforme relatos, e questiona a origem dos relógios. Em depoimento preliminar, o empresário afirmou ter adquirido as peças “de segunda mão.”
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