- O artista israelense Yaacov Agam morreu aos 98 anos, conhecido por obras ópticas e cinéticas.
- Nascido Yaacov Gipstein, em 1928, em Rishon LeZion, estudou em Jerusalém, em Zurique com Johannes Itten e vive em Paris desde 1951.
- Sua primeira exposição solo foi em 1953, em Paris, onde apresentou as Agamografias e Transformable Pictures, obras que mudam conforme a posição do observador.
- Entre suas obras públicas, esteve a maior menorá do mundo, instalada todo Hanukká na esquina da Quinta Avenida com a Rua 59, em Manhattan, desde 1977, e a Estrela Cinética da Paz, de 1979.
- Teve retrospectivas em grandes museus, recebeu o Prêmio UNESCO de Educação para as Artes (1996) e, neste ano, o Israel Prize para as Artes Visuais.
Yaacov Agam, artista israelense conhecido por obras ópticas e cinéticas, morreu aos 98 anos. A notícia foi veiculada por veículos como Times of Israel, Haaretz e Jerusalem Post.
Nascido Yaacov Gipstein em Rishon LeZion, Palestina, em 1928, era filho de um rabino ortodoxo. Estudou arte em Jerusalém e, em 1949, seguiu para Zurique para aprender com Johannes Itten.
Em 1951 mudou-se para Paris, onde viveu até o falecimento. Lá desenvolveu obras que se tornaram marca registrada: Agamographs, imagens que variam conforme a posição do observador, e Transformable Pictures, com peças que o público pode rearranjar.
Trajetória e reconhecimentos
Em 1955 integrou a mostra Movement, em Paris, com artistas da arte cinética. Em 1964 participou da exposição The Responsive Eye, no MoMA, em Nova York, dedicada à arte óptica.
Entre as realizações públicas, destaca-se a menorá de maior escala do mundo, projetada em 1977 e instalada anualmente na esquina da Quinta Avenida com a 59th Street, em Manhattan, durante o Hanukkah. Também criou a Estrela da Paz Cinética, em 1979, para celebrar esforços de paz.
Agam teve exposições solo em museus de destaque, como o Musée national d’art moderne (Paris, 1972), o Tel Aviv Museum (1973), o Jewish Museum (Nova York, 1975) e o Guggenheim (Nova York, 1980). Em 1996 recebeu o Prêmio UNESCO para Educação pelas Artes e a Medalha Jan Amos Komensky.
Mais cedo neste ano, recebeu o Prêmio Israel para Artes Visuais, reconhecendo sua contribuição à cultura e à educação visual. O artista morreu em Paris, onde residia desde 1951.
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