- Clive Davis, influente executivo da indústria musical, morreu aos 94 anos.
- Ele ajudou a lançar carreiras de Whitney Houston, Bruce Springsteen, Aretha Franklin e outros, e comandou a Arista Records de 1974 a 2000.
- A família confirmou a morte ao The New York Times; Davis havia sido hospitalizado recentemente com infecção respiratória superior.
- Ao longo de décadas, manteve presença ativa, incluindo a organização da Pre-Grammy Gala e atuação como co-produtor do filme sobre Houston, I Wanna Dance with Somebody.
- Davis começou como advogado na Columbia Records e ficou conhecido por descobrir artistas e moldar o som de várias décadas.
Clive Davis, um dos mais influentes magnatas da indústria musical, morreu aos 94 anos. A família confirmou a morte ao The New York Times. O executivo vinha sendo tratado por uma infecção respiratória recente.
Davis dirigiu trajetórias de artistas como Whitney Houston, Bruce Springsteen, Alicia Keys e Earth, Wind & Fire. Embora admirado por muitos, enfrentou episódios de controvérsia no passado, incluindo problemas legais na década de 1970. Seu trabalho permaneceu ativo nas últimas décadas.
O falecimento ocorreu em um momento de atuação contínua dele no setor, com a família comunicando a notícia ao jornal norte-americano. Nos últimos dias, ele havia sido visto em eventos relacionados à indústria, mantendo participação ativa no cenário musical.
Carreira: da advocacia à liderança de selos
Nascido no Brooklyn, Davis mudou-se para Queens após a perda dos pais. Formou-se em ciência política e concluiu estudos em Harvard. Inicialmente advogado, ingressou na área musical ao entrar na Columbia Records em 1960.
Ao longo dos anos, Davis ajudou a lapidar nomes icônicos como Janis Joplin, Santana, Bruce Springsteen, Billy Joel, Aretha Franklin e muitos outros. Sua visão de mercado moldou o som de várias eras da música popular.
Arista e a consolidação de um império
Ao liderar a Arista Records, Davis impulsionou carreiras como a de Barry Manilow, Aretha Franklin e, mais tarde, Alicia Keys. Também criou parcerias que deram origem a selos subsidiários e a novos negócios no ramo fonográfico.
Em paralelo, Davis co-protagonizou projetos audiovisuais e esteve envolvido em eventos de gala que marcaram a cultura musical, como a famosa Pre-Grammy Gala. Sua visão de palco ajudou a consolidar a reputação do setor para além dos estúdios.
Legado e referências
Davis deixou uma memória de descobertas musicais e de incubação de talentos ao longo de várias décadas. Revelou em entrevistas e no livro de memórias pontos sobre ética de trabalho, busca pela excelência e influência na indústria. O impacto dele é reconhecido por artistas e executivos.
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