- No sábado, por volta das onze horas, a visita de dois homens foi negada após scanner detectar irregularidades, motivando motim no Pavilhão cinco da Penitenciária I de Potim.
- Quatorze mulheres e uma criança ficaram reféns dentro do pavilhão durante a confusão causada pela rebelião.
- Dois detentos morreram no confronto; quatro ficaram feridos, e os líderes da rebelião capturaram e agrediram rivais.
- O Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e a Polícia Penal negociaram; o controle do pavilhão foi retomado às seis horas de domingo, com liberação dos reféns.
- Nove pessoas foram indiciadas por homicídio qualificado consumado, homicídio qualificado tentado, sequestro, cárcere privado e motim; perícia foi acionada e houve confirmação de vítimas fatais.
O que aconteceu: dois detentos morreram e quatro ficaram feridos após uma briga dentro da Penitenciária I de Potim, no interior de São Paulo, durante uma rebelião iniciada neste sábado (20). A confusão envolveu reféns, incluindo 14 mulheres e uma criança que estavam no pavilão de visitas.
Quem está envolvido: nove internos foram indiciados por homicídio qualificado consumado, homicídio qualificado tentado, sequestro, cárcere privado e motim. A ação teve apoio do GATE e da Polícia Penal para controle da situação e libertação dos reféns.
Quando e onde: o episódio ocorreu por volta das 11h de sábado na Penitenciária I de Potim, interior paulista. A operação de contenção se estendeu até a madrugada, com rendição dos líderes às 6h de domingo (21).
Por quê e desdobramentos: a briga começou após dois visitantes serem impedidos de entrar, com a negação motivada por scanner corporal que detectou irregularidades. Partes rivais foram capturadas e agredidas; dois detentos acabaram mortos no pátio. As vítimas fatais passaram por perícia. Os reféns foram liberados sem ferimentos.
Situação atual
A Secretaria de Administração Penitária (SAP) foi contatada pela reportagem para um posicionamento, ainda sem retorno até o fechamento deste texto. A investigação segue para esclarecer as circunstâncias do motim e das mortes.
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