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Documentário aponta manipulação no quarto de Monroe e assassinato reforçado

Documentário sustenta que a cena da morte de Marilyn Monroe foi manipulada, reforçando a hipótese de assassinato e questionando a versão oficial de overdose

Marilyn Monroe — Foto: Divulgação
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  • Um documentário aponta dúvidas sobre a morte de Marilyn Monroe, sugerindo que a cena foi manipulada e que havia esforço de encobrimento, reforçando a tese de assassinato.
  • A versão oficial diz que Monroe morreu em agosto de 1962 por overdose de remédios, com um frasco vazio de Nembutal encontrado perto da cama e sem bilhete.
  • O filme Celebrity Crime Scene: Marilyn Monroe, produzido pelo TMZ, usa técnicas de IA para sustentar indícios de fraude na cena do crime.
  • Entre as inconsistências apontadas pelos especialistas estão lençóis considerados limpos demais para uma morte por overdose e o frasco com os rótulos virados propositalmente para ficar visível.
  • O documentário também menciona casos amorosos com John F. Kennedy e Robert Kennedy, além de dossiê do FBI que o diretor J. Edgar Hoover associava Monroe a simpatias políticas, sem provas de crime; a investigação estadual foi reaberta em 1982, mas não houve indícios de participação criminosa.

Um novo documentário levanta dúvidas sobre a morte de Marilyn Monroe, sugerindo manipulação da cena do crime e reforçando a hipótese de assassinato. O longa aponta “bandeiras vermelhas” na investigação de agosto de 1962, ano em que a atriz completaria 100 anos em 2026.

Segundo o filme Celebrity Crime Scene: Marilyn Monroe, produzido pelo TMZ, evidências geradas com Inteligência Artificial indicam que a cena foi forjada e existiu esforço para encobrir o que ocorreu. O material revisita o cenário em que Monroe foi encontrada.

Na época da morte, Monroe estava envolvida em relacionamentos com John F. Kennedy e com Robert Kennedy, segundo o documentário. O material sustenta a ideia de que o FBI e a CIA teriam se preocupado com informações envolvendo os irmãos Kennedy.

Além disso, o documentário cita um dossiê do FBI na época, assinado pelo então diretor J. Edgar Hoover, que apontava supostas simpatias comunistas da atriz e risco à segurança nacional, conforme o material investigativo.

O trio de pesquisadores, formado pelo investigador aposentado Paul Holes, pela analista Alina Burroughs e pela repórter Kiki Monique, aponta lacunas na narrativa oficial. Eles afirmam que detalhes da cena não foram suficientemente documentados.

Entre as inconsistências apontadas, está a aparência dos lençóis na cama e o posicionamento de frascos de remédios, que parecem indicar manipulação da cena. Em entrevista ao New York Post, Holes questiona a sequência de uso de Nembutal e a ausência de vestígios no estômago de Monroe.

O documentário utiliza trechos históricos divulgados na época por veículos como Variety e New York Post, além de referências ao Los Angeles Times, para sustentar a revisão de fatos. A produção não apresenta conclusão, limitando-se a expor evidências e questionamentos.

Historicamente, o Ministério Público dos EUA reabriu o caso em 1982, mas não encontrou provas suficientes para implicar criminosos, conforme reportagem do próprio LA Times na época. O novo material não altera registros oficiais, mas propõe novas leituras.

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