- Millena Miranda Arquitetura, hoje Anter Soluções, apresentou defesa em 2 de junho de 2026, alegando que sua responsabilidade foi restrita à execução pela empreiteira, enquanto a aquisição de materiais caberia aos proprietários.
- O conflito começou com acusações de atraso na obra, com Ferrugem e Thaís Vasconcellos afirmando que os 160 dias iniciais foram amplamente ultrapassados; a Anter afirma que o prazo era apenas mínimo para a conclusão.
- A empresa sustenta que mudanças solicitadas pelo casal e a demora na entrega de materiais teriam prejudicado o cronograma; também afirma que houve festa com centenas de convidados na mansão após a suposta entrega, o que contraria a ideia de imóvel em estado precário.
- A defesa anexou mensagens atribuídas a Thaís Vasconcellos e publicações nas redes sociais mostrando a influenciadora aproveitando os espaços reformados; afirma que os pagamentos, efetuados ao longo de dois anos, foram voluntários e compatíveis com uma reforma de alto padrão; propõe perícia técnica no imóvel.
- Millena Miranda registrou boletim de ocorrência contra Ferrugem e Thaís por supostas ofensas, ameaças e ataques relacionados à religião; o laudo técnico contratado pelo casal aponta riscos como curto-circuito, infiltrações, alagamentos e possível dano estrutural, enquanto a Justiça avaliará as versões.
A empresa Millena Miranda Arquitetura, hoje Anter Soluções, rebate as acusações feitas por Ferrugem e Thaís Vasconcellos sobre a obra na mansão de luxo, anunciando também um boletim de ocorrência contra o casal. A defesa foi protocolada em 2 de junho de 2026, segundo a coluna de Fábia Oliveira, no site Metrópoles. A partir dos documentos, a empresa sustenta que sua atuação ficou limitada à execução, enquanto a aquisição de materiais seria responsabilidade dos proprietários.
Na visão da Anter Soluções, o problema central não foi o atraso isolado, mas as alterações constantes propostas pelo casal e a demora na entrega de insumos. A defesa reforça que o prazo apontado pela dupla era apenas mínimo para a conclusão, não configurando data final. A empresa afirma ainda que não houve atraso decisivo por falhas técnicas, mas sim escolhas de projeto que impactaram o cronograma.
A contestação também lança dúvidas sobre a existência de uma suposta entrega da obra e até a prática de uma festa com centenas de convidados na residência após a suposta entrega. Nesse ponto, a Anter anexou mensagens atribuídas a Thaís Vasconcellos e publicações em redes sociais que, segundo a arquiteta, manifestariam satisfação com o que foi entregue. A defesa ressalta que tais documentos não comprovam inabilidade da obra, e sugere contradições com a descrição do imóvel.
Boletim de Ocorrência e evidências
A empresa anexou o boletim registrado pela arquiteta Millena Miranda contra Ferrugem e Thaís Vasconcellos, alegando ofensas, ameaças e ataques ligados à religião. Segundo a defesa, as acusações teriam surgido após um problema pontual no abastecimento da residência. Miranda também acusa o casal de promover difamação e ataques virtuais à sua imagem profissional, prática a que o grupo atribui retaliação ao registro policial.
Os advogados de Ferrugem e Thaís apresentaram um laudo técnico que aponta riscos como curto-circuito, infiltrações, alagamentos e possível comprometimento estrutural. O casal afirma ter desembolsado cerca de R$ 3,5 milhões ao longo do processo, valor ligado aos serviços da reforma. A análise do caso deverá considerar as versões de ambas as partes, com eventual perícia para esclarecer os fatos.
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