- Técnica de enfermagem de Aparecida de Goiânia foi presa preventivamente nesta segunda-feira (22/6) suspeita de extorquir familiares de pacientes na UTI de um hospital da cidade.
- Ela tería usado acesso privilegiado ao sistema hospitalar para obter dados sigilosos de paciente, repassando as informações a um comparsa para aplicar golpe via Pix de R$ 5,8 mil.
- A prisão e um novo mandado de busca e apreensão domiciliar foram cumpridos pela Polícia Civil de Goiás, com apreensão de dispositivos eletrônicos e outras provas.
- A solicitação de prisão foi feita pela PCGO, com base na gravidade do modus operandi, na periculosidade e no risco de novas vítimas, sendo o pedido acolhido pelo Judiciário.
- As investigações seguem para identificar outros envolvidos e possíveis novas vítimas; imagens de câmeras mostram a técnica manuseando o celular perto do computador com dados do paciente.
Uma técnica de enfermagem de Aparecida de Goiânia foi presa nesta segunda-feira (22/6) sob suspeita de extorsão contra familiares de pacientes internados na UTI de um hospital da cidade. O golpe envolveu transferência via Pix no valor de 5,8 mil reais.
A prisão ocorreu em desdobramento de investigações iniciadas no mês anterior. Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a profissional tinha acesso privilegiado ao sistema do hospital para obter dados sigilosos do paciente e repassá-los a um comparsa.
A ação foi executada pela 2ª Delegacia de Polícia da PCGO, com fundamentação na gravidade do modo de operar, periculosidade e risco de novas vítimas. A prisão preventiva foi decretada pelo Poder Judiciário, que também autorizou nova busca e apreensão.
Desdobramentos e fiscalização
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em domicílio, com apreensão de dispositivos eletrônicos e provas relacionadas ao caso. Também foi registrado o recebimento de chamadas ligadas ao golpe no celular da investigada.
Os investigadores identificaram ainda a transferência de recursos pelo Pix, bem como tentativas de ocultar vestígios por meio de exclusão de conversas e bloqueio de contatos. Imagens de câmeras do hospital apontam a suspeita manuseando o celular próximo ao computador.
A investigada permanece à disposição do Poder Judiciário. As apurações visam identificar outros envolvidos e confirmar eventuais novas vítimas. O nome da profissional não foi divulgado pela polícia, nem o local onde atuava.
Entre na conversa da comunidade