- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu após ser arremessada sem corda cerca de 40 metros da Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis (SP).
- Imagens de novo ângulo mostram reação de espectadores e pedido de corda momentos antes do salto.
- A Polícia Civil prendeu seis pessoas: três instrutores com prisão preventiva e outros três membros da equipe com prisão temporária.
- Os suspeitos extras são investigados por suposta ocultação de conteúdos digitais e pelo sumiço da câmera que gravava o salto.
- A defesa de dois investigados afirma que eles não participaram do salto e atuavam apenas no socorro e no encerramento da atividade.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu após ser lançada sem corda de uma ponte usada para rope jump, entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo. O incidente ocorreu na tarde de sábado (20), durante a prática da modalidade.
O salto foi gravado por câmeras da equipe de rope jump. Imagens mostraram reação de acompanhantes momentos após o arremesso, com pessoas caminhando e alguém alertando sobre o equipamento de segurança.
A Polícia Civil prendeu seis suspeitos no caso. Três instrutores tiveram prisão preventiva decretada, e outros três integrantes da equipe foram presos temporariamente no fim de semana. Eles são investigados por possíveis irregularidades no uso de equipamento.
Investigação e desdobramentos
Os suspeitos respondem também por allegedmente apagar conteúdos digitais e sumir com a câmera que registrava o salto, considerada essencial para a reconstituição do ocorrido. A defesa afirma que dois dos investigados não teriam participação ativa no salto, apenas no socorro.
O rope jump utiliza cordas estáticas, sem elasticidade; após a queda, o movimento é de balanço. O fato ocorreu na Ponte do Esqueleto, estrutura alvo de investigações e de medidas de fechamento de acesso pela prefeitura.
As investigações seguem para esclarecer as circunstâncias que levaram à falha do equipamento e se houve negligência por parte da equipe responsável pela atividade. Não houve ainda conclusão sobre responsabilidades civis ou criminais.
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