- Deolane Bezerra completou um mês presa, investigada por lavagem de dinheiro e associação criminosa, com suposto vínculo a empresários ligados ao Primeiro Comando da Capital; defesa nega ligações com o crime organizado.
- A irmã, Daniele Bezerra, Ava advogada da influenciadora, disse que os 30 dias foram difíceis e que o tratamento recebido é desigual, mantendo a postura de confiança na Justiça.
- A família afirmou que a mãe, Solange Bezerra, está sob efeito de remédios e ora pela verdade aparecer.
- Deolane publicou carta defendendo a inocência e dizendo que os valores recebidos eram honorários pelo trabalho como advogada; a defesa pediu para ser ouvida.
- Na penitenciária, houve retirada de mega hair e visitas da família ocorrem por parlatório; a polícia penal negou irregularidades relatadas pelas parentes.
Deolane Bezerra completa neste domingo 30 dias presa sob investigação por lavagem de dinheiro e associação criminosa. A irmã da influenciadora, Daniele Bezerra, fez desabafos públicos e concedeu entrevista exclusiva ao Metrópoles, relatando o que viu nesse período.
Segundo Daniele, a família vivencia um mês marcado por sofrimento e pelo que chama de tratamento desigual. A advogada afirma que a irmã enfrenta acusações sem fundamentação e sustenta que Deolane sempre atuou dentro da legalidade.
A defesa da influenciadora nega vínculos com organizações criminosas e aponta inconsistências no caso. A família tem enfatizado a inocência de Deolane e alega que a investigação tenta associá-la a crimes sem comprovação.
A mãe de Deolane, Solange Bezerra, tem sido tema das falas da família. Daniele relata que a mãe está sob efeito de remédios e busca apoio espiritual diariamente, com pedidos de que a verdade seja revelada.
Sobre a prisão, a coluna relembra que Deolane foi presa durante o exercício da profissão e teve a prisão preventiva mantida em audiência de custódia. A influenciadora negou qualquer ligação com o crime organizado.
Na penitenciária de Tupi Paulista, interior de São Paulo, Deolane passou por mudanças de rotina. A família informou episódios de tensão com a adaptação às regras locais e ao contato com familiares.
A defesa e familiares reclamaram de condições na prisão, incluindo relatos de alimentação. A Polícia Penal de São Paulo negou irregularidades, afirmando que a unidade segue protocolos de higiene, alimentação e controle de pragas, com tratamento igual aos demais detentos.
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