- A motivação pode ter sido uma disputa pela posse do apartamento no bairro Cachoeirinha, em Belo Horizonte, com o filho da vítima, 27 anos, confessando ter matado e decapitado a mãe dentro do imóvel.
- Moradores relataram que o suspeito retornou de Portugal há cerca de seis meses e vinha se desentendendo com a mãe por questões relacionadas ao imóvel.
- A Polícia Militar informou que o filho se intitulava dono do imóvel; a vítima chegou a deixar o apartamento e ficar com vizinhos por alguns dias após uma das discussões.
- O crime foi descoberto na manhã de segunda-feira, 22, após vizinhos denunciarem não conseguir contato com a mulher por cerca de três dias; o grupo arrombou a porta do apartamento.
- A vítima foi encontrada decapitada com várias perfurações de faca; o suspeito foi detido sem resistência e encaminhado ao Hospital Odilon Behrens; a Civil investiga a dinâmica e a motivação.
O caso ocorreu no bairro Cachoeirinha, região Nordeste de Belo Horizonte, onde uma mulher de 54 anos foi morta e decapitada dentro do apartamento que dividia com o filho, de 27 anos. O crime foi descoberto na manhã desta segunda-feira (22), após vizinhos relatarem que não conseguiam contato com a vítima há cerca de três dias. A Polícia Militar foi acionada e, ao abrir o imóvel, encontrou o suspeito em pé, sem resistência, e a vítima já sem vida.
Segundo relatos de moradores repassados à PM, a mãe e o filho vinham enfrentando desentendimentos recentes relacionados à posse do imóvel. O sargento Gleidson Wellys da Silva, do 34º Batalhão, disse que o jovem, que havia retornado de Portugal há cerca de seis meses, se intitulava dono do apartamento. Ainda conforme a Polícia Militar, a vítima havia deixado o imóvel em uma das discussões e foi acolhida por vizinhos por alguns dias.
O suspeito confessou ter cometido o crime e indicou o local do corpo. Ele foi encaminhado sob escolta ao Hospital Odilon Behrens, sem apresentar resistência durante a abordagem. A Polícia Civil investiga a dinâmica do crime e busca esclarecer a motivação que levou ao homicídio.
Investigações em andamento
Familiares mencionaram que o condenado apresentaria antecedentes psiquiátricos, contudo não há confirmação oficial de diagnóstico. A Polícia Civil continua ouvindo testemunhas e buscando provas que expliquem a sequência dos acontecimentos e a real motivação por trás do homicídio.
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