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Advogado de PM acusado por mortes da família Aguiar abandona a defesa

Advogado da PM acusado de desaparecimento da família Aguiar abandona a defesa; réu deve indicar novo advogado em até dez dias, enquanto corpos não são localizados

Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas
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  • O advogado Jeverson Barcellos deixou a defesa do policial militar Cristiano Domingues Francisco, réu no caso da família Aguiar.
  • Cristiano deverá constituir nova defesa no processo ou aceitar atendimento da Defensoria Pública; prazo de dez dias.
  • O policial responde pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz.
  • Cristiano está preso desde 10 de fevereiro e tornou-se réu em maio; o caso envolve o desaparecimento de Silvana de Aguiar e de seus pais, vistos pela última vez em janeiro.
  • Além dele, a esposa Milena Tainá Ruppenthal Domingues e o irmão Wagner Domingues Francisco também são processados por suposto envolvimento, e os corpos ainda não foram localizados.

O policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, segue réu no caso do desaparecimento e morte da família Aguiar, em Cachoeirinha. A Justiça determinou que ele constitua nova defesa após o advogado Jeverson Barcellos deixar o caso. Barcellos disse que sua atuação era apenas na fase do inquérito policial. Cristiano tem prazo de dez dias para contratar um novo defensor ou recorrer à Defensoria Pública.

O Ministério Público formalizou as acusações contra Cristiano, que responde por homicídio, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz. Ele permanece preso desde 10 de fevereiro e tornou-se réu em maio deste ano. Os investigadores apontam o desaparecimento de Silvana de Aguiar, de 48 anos, e dos pais Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, vistos pela última vez entre 24 e 25 de janeiro.

Além dele, a esposa Milena Tainá Ruppenthal Domingues e o irmão Wagner Domingues Francisco também respondem à Justiça por possível participação no caso. Apesar das investigações e das acusações, os corpos de Silvana e dos pais ainda não foram localizados pelas autoridades. A apuração segue para esclarecer a dinâmica do desaparecimento e os possíveis vínculos entre os envolvidos.

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