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Entregadores de app são presos por tumultuar restaurantes

Entregadores de aplicativo organizavam bololôs via mensagens para intimidar restaurantes no DF; dois suspeitos foram presos por associação criminosa

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  • Grupo criminoso, em sua maioria formado por entregadores de aplicativo, foi preso no DF por usar grupos de mensagens para organizar bololôs contra o restaurante Feijoada do Imperador, com unidades em Águas Claras, Vicente Pires e Cruzeiro.
  • A prisão ocorreu nesta terça-feira, 23 de junho, após a Polícia Militar do Distrito Federal identificar, por meio de serviço de inteligência, a organização de encontros e deslocamentos em massa.
  • Durante a operação no Cruzeiro, parte dos motociclistas tentou fugir e dois suspeitos foram presos; eles foram autuados por associação criminosa.
  • Um dos autores também foi autuado por adulteração de sinal identificador de veículo; uma moto sem placa foi encontrada dentro de uma bag.
  • Celulares apreendidos foram recolhidos e permanecerão à disposição da Justiça para possível perícia, com autorização judicial para extração de dados; investigações continuam para identificar outros envolvidos.

Um grupo de entregadores de aplicativo foi preso nesta terça-feira (23/6) no Distrito Federal, por organizar tumultos por meio de grupos de mensagens. A ação visava promover bate-bocas, intimidação e possíveis depredações contra a rede Feijoada do Imperador, com unidades em Águas Claras, Vicente Pires e Cruzeiro.

A Polícia Militar do DF informou que o grupo combinava encontros e deslocamentos em massa para diferentes regiões pela internet. As informações foram reunidas pelo serviço de inteligência da corporação, que monitorou as movimentações dos integrantes.

Durante a operação no Cruzeiro, parte dos motociclistas tentou fugir ao avistar as viaturas, e dois suspeitos foram detidos e encaminhados à Polícia Civil. Um deles foi autuado por adulteração de sinal identificador de veículo, já que uma moto sem placa foi localizada dentro de uma bag usada pelo condutor.

Celulares apreendidos foram recolhidos e ficam à disposição da Justiça para eventual análise de dados, com autorização judicial, diante de indícios de uso de apps para coordenar as ações. As investigações também visam identificar outros envolvidos.

Segundo o delegado Sérgio Bautzer, o chamado bololô envolve mobilização coordenada de dezenas de motociclistas para perturbar locais específicos, geralmente por meio de plataformas de mensagens. A prática pode causar prejuízos ao patrimônio e abalar a ordem pública.

A polícia continua as apurações para esclarecer a atuação do grupo e localizar demais participantes, bem como entender as circunstâncias das ações previstas contra o estabelecimento.

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