- A Copa do Mundo de 2026 será realizada simultaneamente em três países (Estados Unidos, México e Canadá), elevando a demanda por passagens, hotéis, transporte e serviços turísticos na região.
- Para viajantes, o especialista sugere sete dicas, começando com antecensão na compra de passagens, monitoramento de preços e comparação de datas/horários.
- Evite conexões muito curtas, pois maior movimento nos aeroportos pode aumentar o risco de perder voos.
- Considere aeroportos alternativos para reduzir custos, como JFK, LaGuardia e Newark em Nova York, ou opções como Orange County e San Diego na região de Los Angeles.
- Planeje deslocamentos com folga, escolha hospedagem próxima aos estádios e utilize ferramentas de gestão de viagens para acompanhar tarifas, mudanças de voo e gastos.
A Copa do Mundo de 2026 muda o cenário das viagens ao ampliar a disputa para três países: Estados Unidos, México e Canadá. O aumento da demanda promete impactar voos, hotéis, transporte e serviços turísticos na região. Turistas, executivos em viagem e conexões aéreas devem sentir o efeito.
Especialista aponta que os impactos vão além dos torcedores. Mesmo quem não vai aos jogos pode encontrar tarifas elevadas, aeroportos mais movimentados e itens de hospedagem disputados. Planejamento é essencial para evitar surpresas durante o torneio.
O diagnóstico é de Luiz Moura, participante do Conselho de Turismo da FecomercioSP e do Alagev, além de co-fundador da VOLL. Ele ressalta a necessidade de preparação antecipada para minimizar custos e transtornos em viagens corporativas e de lazer.
O que esperar na prática
Especialista reuniu sete recomendações para quem pretende viajar pela região. A ideia é orientar desde a compra de passagens até o acompanhamento de mudanças na programação.
1 – Antecipe a compra das passagens e monitore rotas alternativas
Quem viaja para EUA, México ou Canadá deve pesquisar com antecedência, ativar alertas de preço e comparar datas, horários e aeroportos. Em alta demanda, a última hora eleva custos e reduz opções.
2 – Evite conexões muito curtas
Aumento do movimento pode tornar imigração, segurança e embarque mais lentos. Conexões curtas elevam o risco de perder voos.
3 – Considere aeroportos alternativos
Cidades com mais de um aeroporto costumam oferecer tarifas diferentes. Em Nova York, compare JFK, LaGuardia e Newark; na região de LA, Orange County e San Diego também surgem como opções econômicas.
4 – Reserve hospedagem com antecedência e perto dos estádios
Hotéis ao redor de praças oficiais costumam esgotar cedo e ter preços altos. Verifique datas de jogos e localização; bairros bem conectados podem reduzir custos sem perder mobilidade.
5 – Planeje deslocamentos com folga e rotas alternativas
Dias de jogos podem ter trânsito, bloqueios e maior demanda por transportes. Consulte o calendário das partidas e tenha horários de saída com margem. Evite depender apenas de carro.
6 – Esteja atento à bagagem
A movimentação aumenta riscos de atrasos e extravios. Identifique a mala, leve itens essenciais na bagagem de mão e acompanhe o despacho pelos apps das cias.
7 – Use ferramentas para acompanhar a viagem
Empresas que gerenciam viagens corporativas ganham controle em períodos de alta demanda. Comparar tarifas, monitorar voos, centralizar reservas e controlar gastos ajuda a evitar decisões de última hora.
Para viajantes corporativos, Moura destaca que o principal erro é acreditar que apenas torcedores sofrem impacto. A Copa movimenta aeroportos, hotéis e transportes por semanas. Antecipação, organização e tecnologia ajudam a reduzir custos e manter a viagem estável.
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