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Júri condena homem que disparou 11 tiros em adolescente após partida de futebol

Júri condena homem a vinte anos por tentativa de homicídio de adolescente de 17 anos, após discussão banal sobre tênis durante retorno da quadra em Ceilândia

Tribunal do Júri de Ceilândia condena Leonardo Oliveira da Silva por atirar em adolescente - (crédito: TJDFT)
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  • Júri de Ceilândia condenou Leonardo Oliveira da Silva a 20 anos de prisão pela tentativa de homicídio de um adolescente de 17 anos, ocorrida em 27 de julho de 2024 na QNR.
  • A vítima estava voltando para casa a pé com dois amigos quando foi atingida por 11 tiros próximo à quadra de esportes; foi socorrida.
  • Os jurados acolheram as qualificadoras de motivo fútil e de recurso que dificultou a defesa da vítima.
  • O crime teve motivação ligada a uma discussão banal sobre o empréstimo de um par de tênis; a vítima foi surpreendida sem possibilidade de lutar pela própria defesa.
  • A pena levou em conta os antecedentes do réu, que cumpria regime aberto e reincidiu, com o juiz destacando a proteção integral a menor prevista na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O Tribunal do Júri de Ceilândia condenou Leonardo Oliveira da Silva a 20 anos de prisão pela tentativa de homicídio contra um adolescente de 17 anos. O crime ocorreu em 27 de julho de 2024, na QNR, Ceilândia, quando a vítima voltava para casa a pé com dois amigos.

Segundo a acusação, o rapaz foi atingido por 11 tiros perto de uma quadra de esportes. A vítima foi socorrida e não houve divulgação de informações sobre o estado de saúde ainda informado.

Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo fútil e de recurso que dificultou a defesa. A decisão levou em conta uma discussão banal sobre empréstimo de tênis como motivação.

Detalhes da condenação

O juiz presidente destacou que a vítima era um menor de idade à época dos fatos, o que reforça a proteção prevista pela Constituição e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. A decisão também levou em consideração os antecedentes do réu.

A defesa de Leonardo Oliveira da Silva foi acompanhada pelo Ministério Público, que sustentou a tipificação de tentativa de homicídio com agravantes. A pena permanece em regime fechado.

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