- A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu servidores do Banco de Brasília (BRB) durante a Operação Parasitas, que investiga descontos ilegais para aposentados e pensionistas.
- A investigação aponta que associações assinavam contratos para débito automático sem comprovar a manifestação de vontade dos beneficiários.
- As vítimas relataram não ter autorizado os descontos; estima-se que mais de 3.500 contas tenham sido atingidas.
- O prejuízo inicial é superior a R$ 5 milhões, segundo a Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor (Corf) da Polícia Civil do DF.
- A apuração continua para identificar responsáveis e medidas de reparação aos prejudicados.
A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou nesta terça-feira a Operação Parasitas, que investiga fraudes envolvendo descontos em aposentados e pensionistas. A ação envolve prisões de servidores do BRB e busca esclarecer a manutenção de débitos não autorizados. O objetivo é mapear o esquema e interromper os pagamentos indevidos.
Segundo a investigação, associações contratavam débito automático sem comprovar a manifestação de vontade dos beneficiários. Os contratos supostamente autorizavam os descontos de forma irregular, o que configura desvio financeiro e crime contra o consumidor.
As vítimas relataram não ter autorizado os descontos, e a estimativa inicial aponta prejuízo superior a R$ 5 milhões. Ao todo, mais de 3.500 contas podem ter sido atingidas, conforme a Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor da Polícia Civil do Distrito Federal (Corf).
Desdobramentos
A polícia segue apurando a participação de outras pessoas e organizações na fraude, bem como o papel de eventuais intermediários. Autoridades informaram que novas informações serão divulgadas conforme houver confirmação oficial.
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