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Caso Gritzbach: julgamento é remarcado para fevereiro de 2027

Julgamento de três policiais militares por execução de empresário é remarcado para fevereiro de 2027 após anulação e dissolução do conselho de sentença

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  • O julgamento de três policiais militares acusados de participação na execução do empresário Vinícius Gritzbach foi remarcado para 22 a 27 de fevereiro de 2027.
  • A nova sessão ocorre após o júri ter sido cancelado quando a defesa abandonou o plenário, levando à dissolução do conselho de sentença.
  • Os réus são o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, todos presos.
  • A ação envolve ainda a morte do motorista de aplicativo Celso Novais e ferimentos a outras duas pessoas, ocorridas no Aeroporto Internacional de Guarulhos em 8 de novembro.
  • Gritzbach era investigado por homicídio e por integrar o núcleo financeiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), conforme acordo de delação com o Ministério Público.

O julgamento de três policiais militares acusados de participação na execução do empresário Vinícius Gritzbach foi remarcado para fevereiro de 2027, entre os dias 22 e 27. A nova sessão ocorrerá no mesmo tribunal de primeira instância, ainda sem alteração de local.

O processo já tinha sido iniciado no dia 22 desta semana, quando começou o júri, mas foi anulado após a defesa dos réus abandonar o plenário. A dissolução do conselho de sentença ocorreu após um desentendimento entre defesa e promotor público, conforme recurso judicial.

Segundo a acusação, participariam da execução realizada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no dia 8 de novembro, o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues. Todos seguem presos à época.

Gritzbach era investigado por homicídio e por atuar no núcleo financeiro da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), sendo apontado como responsável por legalizar recursos da organização. O empresário tinha assinado acordo de delação com o Ministério Público, prometendo implicar envolvidos com a PCC e com policiais corruptos.

Além da execução de Gritzbach, os réus também são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local, e pelos ferimentos de outras duas pessoas atingidas por estilhaços. O julgamento está marcado para ocorrer entre 22 e 27 de fevereiro de 2027, mantendo a linha de apuração dos fatos e das responsabilidades.

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