- Jornalista France Pierron gerou polêmica ao afirmar que o pai é inútil no parto, citando Jeremy Doku.
- Doku acompanhou o nascimento do filho na Inglaterra, no dia 22 de junho, antes de retornar aos Estados Unidos no dia seguinte para seguir com a Copa.
- Ao retornar, o atacante belga foi aplaudido pelos colegas de profissão.
- A obstetra Bianca Teiga destacou a importância da presença do pai durante o parto, gestação e pós-parto, ressaltando o papel de apoio do companheiro.
- Ela criticou a fala machista de Pierron e afirmou que a participação do pai facilita o processo para a mãe e a família.
Nos últimos dias, a polêmica envolvendo a jornalista France Pierron gerou reverberação após seus comentários sobre a participação de pais durante o parto, envolvendo o atacante belga Jeremy Doku. A discussão ocorreu no programa L’Équipe de Choc, com Pierron sugerindo que o pai seria menos relevante naquele momento.
Shireen, esposa de Doku, deu à luz na última segunda-feira (22/6) na Inglaterra, com a presença do atleta. No dia seguinte (23/6), Doku retornou aos Estados Unidos para acompanhar a Seleção Belga na Copa. A receptividade entre os colegas de profissão foi positiva ao seu retorno.
Importância da presença do pai
Diversas profissionais da saúde comentaram o tema nas redes, destacando o papel do acompanhante no parto. A ginecologista e obstetra Bianca Teiga afirmou que, independentemente do tipo de parto, o apoio do parceiro costuma ser essencial durante toda a experiência.
Segundo a médica, o companheiro pode representar apoio emocional e físico, contribuindo para o acompanhamento durante a gestação, o parto e o pós-parto. Ela destacou a importância de envolvimento ativo do pai em momentos tão sensíveis.
Teiga também comentou que a infância do vínculo entre pais e filhos costuma ser fortalecida pela parceria na gestação. Ela elogiou a decisão de Doku de acompanhar o nascimento, interpretando como um exemplo positivo para outros casais.
A obstetra criticou a visão machista associada à fala polêmica, enfatizando que o protagonismo do parto não é dele, mas que a presença do pai facilita as decisões, o apoio emocional e o enfrentamento das emoções que surgem durante o nascimento.
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