- A Justiça de Minas Gerais manteve a prisão preventiva de um homem investigado por furtar a mansão da família Vorcaro, em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte.
- A residência pertence à família ligada ao caso Master, que apura fraudes financeiras e organização criminosa.
- Em diligências, o suspeito foi localizado hospedado em um imóvel; lá foram encontrados cofre digital arrombado, relógio de luxo, joias com diamantes, bolsas de grife, cartões bancários, celulares e uma pistola calibre .380.
- O investigado apresentou versões contraditórias sobre a residência e não soube explicar a procedência dos objetos; ele teria admitido, espontaneamente, furtos em residências de alto padrão.
- A juíza Renata Cristina Araújo Magalhães determinou a prisão preventiva, ressaltando o histórico criminal do suspeito e a necessidade da medida para a ordem pública.
A Justiça de Minas Gerais manteve em prisão preventiva um suspeito de furtar a mansão da família Vorcaro, em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A decisão ocorreu na terça-feira, 23, após a prisão em flagrante convertida em preventiva. O imóvel é ligado a familiares envolvidos no caso Master, que investiga fraudes financeiras e organização criminosa.
Durante diligências, a polícia localizou o investigado em um imóvel onde estava hospedado. No local, foram encontrados um cofre digital com sinais de arrombamento, objetos de luxo e comprovantes de compra, além de itens como relógio de alto valor, joias com diamantes e bolsas de grife. Também havia uma pistola calibre .380 e aparelhos celulares.
O investigado apresentou versões diferentes sobre sua residência e não soube explicar a procedência de parte dos objetos apreendidos. Em depoimento, ele teria admitido, de forma espontânea, furtos em residências de alto padrão. A defesa não foi mencionada neste resumo.
Contexto do caso
Segundo o TJ/MG, a mulher da família Vorcaro já aparece envolvida em investigações relacionadas ao banco Master. A magistrada Renata Cristina Araújo Magalhães, da Central de Audiência de Custódia, entendeu que há presence de risco à ordem pública e que as condenações anteriores do suspeito justificam a continuidade da prisão.
A juíza destacou a necessidade de manter o investigado sob custódia para evitar riscos processuais e novas condutas ilícitas, diante do histórico criminal e dos elementos de prova coletados até o momento. A decisão mantém o suspeito afastado do convívio com a comunidade até a conclusão das apurações.
Informações: TJ/MG.
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