- A operação contra abuso sexual infantil ocorreu simultaneamente no Distrito Federal e em sete estados (Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Ceará e Pernambuco), com oito mandados de busca e apreensão.
- Seis pessoas foram presas sob suspeita de armazenar e compartilhar imagens de pedofilia; computadores e celulares foram apreendidos para perícia.
- A investigação começou meses atrás com a apreensão do celular de um homem preso no Tocantins, que mostrou compartilhamento de imagens em grupos de mensagens.
- Autoridades americanas ajudaram no compartilhamento de informações entre as polícias do Brasil e dos EUA.
- As penas máximas para os crimes podem chegar a dez anos de reclusão; o material envolve pornografia infantil e uso de IA para criar conteúdo a partir de fotos.
A polícia deflagrou uma operação contra o abuso sexual infantil em sete estados e no Distrito Federal. Seis suspeitos foram presos por armazenar e compartilhar imagens de pedofilia. A ação envolveu buscas e apreensões com 8 mandados.
Computadores e celulares foram recolhidos durante os cumprimentos. As mensagens, fotos e vídeos encontrados devem passar por perícia para confirmar a materialidade dos crimes. Autoridades trabalham com cooperação entre os estados.
A investigação teve início meses atrás, com a apreensão do celular de um homem preso no Tocantins. A partir do material, foi constatado o compartilhamento de imagens de abuso em grupos de mensagens.
Operação e participação
A operação ocorreu simultaneamente no Distrito Federal e nos estados Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Ceará e Pernambuco. Participaram equipes policiais locais e agentes de apoio.
A colaboração internacional também foi mencionada, com autoridades americanas ajudando no compartilhamento de informações com a polícia brasileira. Seis pessoas responderão por armazenamento e compartilhamento de conteúdo de pornografia infantil.
Segundo o delegado João Guilherme de Medeiros, as penas máximas somadas podem chegar a 10 anos de reclusão. A investigação continua para esclarecer a cadeia de custódia e a eventual participação de outros envolvidos.
Dados de referência apontam que, no ano anterior, sete em cada dez denúncias recebidas por uma instituição que estuda crimes contra crianças e adolescentes eram sobre conteúdo de abuso e exploração sexual, cerca de 64%.
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