- A Secretaria de Estado de Polícia Penal identificou nova tentativa de driblar o bloqueio de sinal em presídio no Complexo de Gericinó, em Bangu, durante ação de inteligência na terça-feira, 23 de junho.
- Foi apreendida uma antena Starlink, um roteador, quatro telefones celulares e porções de erva seca na galeria do Presídio Gabriel Ferreira Castilho, conhecido como Bangu três.
- O material foi encontrado durante revista direcionada e encaminhado para a 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), que ficará responsável pelos procedimentos de polícia judiciária.
- A ocorrência ocorre menos de um mês após outra operação no mesmo presídio, quando foram encontradas quatro antenas de internet via satélite escondidas e 14 aparelhos celulares.
- A Corregedoria-Geral da Seppen instaurou sindicância para apurar como os equipamentos chegaram ao interior da unidade e identificar os responsáveis, com os itens passando por perícia.
Uma nova tentativa de driblar o bloqueio de sinal instalado em unidades prisionais do Rio de Janeiro foi identificada pela Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) no Complexo de Gericinó, em Bangu. Durante ação de inteligência nesta terça-feira (23/6), policiais penais apreenderam uma antena Starlink, um roteador, quatro telefones celulares e porções de erva seca na galeria do Presídio Gabriel Ferreira Castilho, o Bangu 3.
Segundo a Seppen, a operação foi desencadeada após informações de internos sobre a intenção de restabelecer acesso clandestino à internet dentro da unidade. O material foi localizado durante revista direcionada e encaminhado à 34ª Delegacia de Polícia (Bangu) para os procedimentos de polícia judiciária.
A descoberta ocorre menos de um mês após outra ofensiva de inteligência no mesmo presídio. Na ocasião, quatro antenas de internet via satélite foram encontrados escondidos dentro da unidade, e 14 aparelhos celulares também foram recolhidos.
Diante da nova ocorrência, a Corregedoria-Geral da Seppen instaurou sindicância para apurar como os equipamentos chegaram ao interior da unidade e identificar eventuais responsáveis. A secretaria informou que mantém ações permanentes de fiscalização e inteligência para impedir a entrada de materiais proibidos nos presídios fluminenses.
Todo o material apreendido será submetido à análise e perícia no âmbito das investigações.
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