- Em maio de 2026, as quedas foram a segunda principal causa de atendimentos na emergência do HPS, com 2.167 registros, atrás de casos clínicos (2.269).
- No mesmo mês, quedas foram a principal causa de internação, com 123 pacientes hospitalizados.
- Entre moradores de Porto Alegre, foram 1.860 atendimentos por quedas; 307 vieram de outros municípios da região.
- As quedas representaram aproximadamente 25,8% de todos os 8.406 atendimentos realizados pelo hospital em maio.
- A diretora-geral do HPS, Tatiana Razzolini Breyer, ressalta a importância da prevenção, com medidas voltadas a idosos, crianças e ambientes de trabalho.
Em maio de 2026, quedas foram a segunda principal razão de atendimento na emergência do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre (HPS), com 2.167 registros. A mais comum foram os casos clínicos, com 2.269 atendimentos. Do total de internações, 123 ocorreram por quedas.
Entre os atendimentos, 1.860 foram de moradores de Porto Alegre e 307 vieram de municípios da região. No conjunto, as quedas representaram cerca de 25,8% dos 8.406 pacientes acolhidos pelo hospital no mês.
A diretora-geral do HPS, Tatiana Razzolini Breyer, ressalta que o tema exige atenção permanente da população. A prevenção é citada como essencial para reduzir fraturas, traumatismos e outras lesões graves associadas a quedas.
Medidas de prevenção
Para idosos: sapatos bem ajustados, ambientes iluminados e livres de obstáculos, tapetes antiderrapantes, corrimãos e barras de apoio, além de avaliação regular de visão e audição.
Para crianças: manter brinquedos organizados, tapetes antiderrapantes e nunca deixar crianças sozinhas em berços, camas ou superfícies elevadas.
No ambiente de trabalho: observar sinalizações de piso molhado, desníveis, usar EPIs em atividades em altura e participar de treinamentos de prevenção de quedas.
Fonte: dados do HPS e divulgação da Prefeitura de Porto Alegre.
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