- Humorista Seu Waldemar foi preso no Paraguai sob mandado de prisão emitido pela Justiça brasileira em novembro de 2025, por não pagamento de pensão alimentícia.
- A dívida já ultrapassa R$ 60 mil e o valor mensal acordado para o filho de oito anos era de R$ 2 mil.
- A mãe da criança acusa abandono afetivo, com o contato entre pai e filho retomado somente após o início do processo.
- Waldemar morava em Pedro Juan Caballero e cursava medicina na Universidad Sudamericana; a defesa diz que a crise financeira agravou o atraso, após ele deixar a televisão.
- A prisão ocorreu na terça-feira, 23 de junho, e a Justiça de Goiás aguarda a transferência oficial do detido.
O humorista Seu Waldemar foi preso no Paraguai na terça-feira (23), por mandado de prisão emitido pela Justiça brasileira. A detenção se deu no contexto de uma dívida de pensão alimentícia ligada a um filho de 8 anos. O processo tem origem em Goiás, onde tramita a ação.
A mãe da criança acusa o comediante de abandono afetivo, alegando longos períodos sem convivência. A advogada da família confirmou o distanciamento e informou que o vínculo só voltou a ocorrer após o início da ação. A avó paterna mantinha o contato durante o afastamento.
O mandado foi expedido pela Justiça brasileira em novembro de 2025, e a dívida total já ultrapassa R$ 60 mil. O valor mensal estipulado era de R$ 2 mil para o sustento do filho.
Rotina pública e crise financeira. Mesmo considerado foragido, Waldemar mantinha atividade nas redes e era visto morando em Pedro Juan Caballero, onde cursava medicina na Universidad Sudamericana. A defesa atribui o atraso a dificuldades financeiras.
Segundo advogados, o atraso ocorreu após ele deixar o cargo de apresentador. A Justiça de Goiás informou que aguarda a transferência do detido para o Brasil para dar andamento aos mandados.
Contexto e desdobramentos
A equipe jurídica do humorista afirma estar trabalhando para regularizar a situação junto aos tribunais brasileiros. A reportagem não recebeu ainda uma audiência ou data de retorno ao Brasil. O caso continua sob análise das autoridades competentes.
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