- Criança de três anos, Joycelynn Ann Dylewski, morreu em 19 de fevereiro de 2025 em Corinth, Nova Iorque, devido à anemia causada por infestação de piolhos.
- Os pais, Matthew Dylewski, 34 anos, e Samantha Dylewski, 33, foram condenados por homicídio por negligência criminosa, com pena máxima de até quatro anos; os quatro demais filhos também foram encontrados em situação de negligência grave.
- A residência foi interditada; o apartamento apresentava acúmulo de objetos, sujeira e entulho, com insetos no rosto e couro cabeludo da menina e até uma barata caída do gorro.
- O juiz ressaltou a falha dos pais como responsáveis, afirmando que a morte era evitável; o pai disse que desejaria ter morrido no lugar da filha e a mãe reconheceu ter falhado como cuidadora.
- O relatório policial aponta que a morte ocorreu pela combinação de anemia causada pela infestação de piolhos e uso de clonidina, medicamento para pressão arterial.
Uma criança de três anos morreu em decorrência de uma infestação de piolhos não tratada pelos pais. Joycelynn Ann Dylewski desenvolveu anemia que comprometeu órgãos vitais, levando ao óbito em 19 de fevereiro de 2025, em Corinth, Nova Iorque, EUA.
Os pais, Matthew Dylewski, 34 anos, e Samantha Dylewski, 33, foram condenados por homicídio por negligência criminosa, com pena máxima de quatro anos de prisão. Os juízes também suspenderam a guarda das quatro irmãos da menina.
A residência foi alvo de investigação; os cômodos estavam cheios de entulho, sujeira e objetos acumulados. A situação levou à interdição do apartamento pela autoridade local, conforme apurado pela imprensa regional.
Durante o julgamento, ficou definido que a anemia causada pela infestação de piolhos danificou o coração da menina. Além disso, foi relatado o uso de clonidina, medicamento para pressão arterial, contribuindo para a fatalidade.
Os jurados ouviram que Joycelynn dependia dos pais para cuidados básicos. O juiz responsável ressaltou a gravidade da negligência e o risco a que a criança esteve exposta, destacando que a situação era evitável.
Ao longo do processo, o casal foi julgado separadamente e recebeu a mesma condenação. Os depoimentos refletiram o sofrimento da criança e a falha prolongada em proteger as necessidades básicas dos filhos.
Decisão judicial
A decisão manteve a pena de até quatro anos de prisão para cada um dos pais e determinou a não-reunificação com as demais crianças até 2038, mantendo as regras de cuidado e proteção impostas pelo tribunal.
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