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Homem é indiciado por fingir ser servidor e aplicar golpe do Pix em MG

Indiciado por estelionato, homem de 32 anos simulou servidora da Justiça e recebeu R$ 1.150 via Pix em Patos de Minas

Homem é indiciado por fingir ser servidor e aplicar golpe do Pix em MG
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  • Homem de 32 anos foi indiciado por estelionato em Patos de Minas, no interior de Minas Gerais, ligado a golpe do Pix com falsos servidores da Justiça.
  • Vítima de 44 anos foi informada de que teria um valor judicial a receber; golpistas se passaram por servidora do Juizado Especial e por promotor de Justiça.
  • Os criminosos usaram informações verdadeiras de um processo para convencer a vítima a pagar uma taxa de R$ 1.150 via Pix.
  • A conta que recebeu o dinheiro está em nome do suspeito, que foi indiciado.
  • A polícia orienta não fazer pagamentos para liberar valores de processos; tribunais não cobram taxas por Pix ou transferências, e recomenda consultar canais oficiais ou um advogado.

Um homem de 32 anos foi indiciado por estelionato em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, Minas Gerais, por envolvimento em um golpe do Pix. A investigação aponta que o suspeito integrava um grupo que se passou por servidores da Justiça para convencer a vítima a transferir dinheiro.

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a vítima, de 44 anos, recebeu contatos afirmando que possuía um valor judicial a receber. Durante as ligações, os golpistas se apresentaram como uma servidora do Juizado Especial e um promotor de Justiça, usando informações reais de um processo em nome da vítima.

Para justificar a cobrança, os criminosos alegaram ser necessária uma taxa de R$ 1.150 para liberar o dinheiro, que foi transferido pela vítima via Pix para uma conta vinculada ao homem de 32 anos. A PCMG informou que a conta recebedora foi identificada e o indiciado formalmente acusado.

Alerta

A Polícia Civil orienta a população a não efetuar pagamentos para liberação de valores de processos judiciais, pois tribunais e órgãos da Justiça não costumam cobrar taxas por Pix ou transferências.

Em caso de dúvida, a recomendação é buscar os canais oficiais do Judiciário ou consultar um advogado de confiança para confirmação.

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