- O crime ocorreu na madrugada de 22 de junho, em Gravatá (Agreste de Pernambuco), na Rua Lourenço Correia de Melo, próximo ao local da festa junina.
- A vítima foi o segurança Guilherme Cristian Nunes Magalhães, de 23 anos, morto a tiros e encontrado na via pública.
- O policial civil Jackson Marcio Azevedo da Silva é apontado como suspeito; ele compareceu espontaneamente à delegacia e alegou ter reagido a uma tentativa de assalto.
- Familiares contestam a versão do policial, sugerindo que um desentendimento envolvendo a ex-companheira dele pode ter motivado o crime; há áudio atribuído a testemunha sobre tensão após beijo durante a festa.
- A Polícia Civil investiga as várias hipóteses, incluindo tentativa de assalto e possível motivação ligada ao desentendimento, enquanto a Corregedoria da Secretaria de Defesa Social instaurou processo para acompanhar a conduta do policial.
O homicídio ocorrido na madrugada de 22 de junho em Gravatá, no Agreste de Pernambuco, é alvo de investigação das autoridades. A vítima foi Guilherme Cristian Nunes Magalhães, 23 anos, segurança privado, morto a tiros após o encerramento das festas juninas na Rua Lourenço Correia de Melo, no Centro.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito é o policial civil Jackson Marcio Azevedo da Silva. Ele compareceu espontaneamente à delegacia e afirmou ter reagido a uma suposta tentativa de assalto.
Imagens que circulam nas redes mostram a vítima correndo pela via e sendo atingida por vários disparos. A versão do policial é contestada por familiares, que relatam desentendimento envolvendo uma mulher associada ao suspeito, ocorrida durante a festa.
Um áudio atribuído a testemunha no local sustenta que a confusão teria começado após a vítima receber um beijo da mulher envolvida. Familiares descrevem Guilherme como trabalhador dedicado, sem histórico criminal, que retomou atividades na empresa de segurança.
Além do depoimento do policial, a investigação segue apurando outras possibilidades, incluindo motivação ligada ao desentendimento vivido na festa. Equipes da perícia devem confirmar horários, locais e dynamics do crime.
Investigação e medidas disciplinares
A Polícia Civil continua coletando depoimentos e imagens para esclarecer o caso. A Corregedoria da SDS instaurou uma investigação preliminar para acompanhar a conduta do policial envolvido e as circunstâncias do ocorrido.
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