- Ex-chef de Kylie Jenner processa a empresária, afirmando que carga horária exaustiva e exigências físicas levaram a aborto espontâneo; a funcionária diz trabalhar 11 a 12 horas diárias, cinco dias por semana, mesmo com gestação de alto risco.
- Ela foi contratada em novembro de 2024 e, três meses depois, notificou a gerência sobre a necessidade de adaptar a rotina; segundo a denúncia, as restrições não teriam sido atendidas.
- Na véspera de Ano Novo de 2024, a profissional diz ter carregado caixas pesadas em rua íngreme, sem auxílio, o que causou crises de falta de ar e tontura, com intervenção da equipe de segurança.
- O suposto estopim ocorreu por volta de 1º de fevereiro, durante a festa de aniversário do filho de Kylie em Palm Springs; após hemorragia, houve atendimento hospitalar e, conforme a defesa, não houve batimentos cardíacos do feto; a funcionária diz ter sido demitida dias depois.
- Este é o terceiro processo trabalhista contra Kylie em 2026, com denúncias anteriores de outras ex-funcionárias sobre ambiente de trabalho; advogada da ex-chef afirma que a vítima aguardava ouvir no tribunal, e os representantes de Kylie não comentaram até o momento.
Kylie Jenner é alvo de uma ação judicial movida por uma ex-chef, que afirma ter sofrido um aborto em decorrência de carga horária excessiva e exigências físicas no trabalho. A denúncia foi revelada por documentos obtidos pelo Page Six.
Segundo a denúncia, a ex-funcionária trabalhou em turnos de 11 a 12 horas diárias, cinco dias por semana, mesmo após informar gestação de alto risco. Ela alega que as orientações para reduzir a carga de trabalho não foram atendidas.
A reclamante afirma ter sido contratada em novembro de 2024 e, após três meses de gestação, formalizou pedidos de ajustes na rotina. Em dezembro, durante a véspera de Ano Novo, diz ter carregado caixas pesadas em uma rua íngreme sem apoio, causando crises de falta de ar.
Ainda segundo o processo, o colapso ocorreu em fevereiro, durante festa de aniversário do filho de Jenner em Palm Springs. A ex-chef sustenta que, após apresentar hemorragia, foi ao hospital e houve confirmação da ausência de batimentos cardíacos do feto. Dias depois, houve demissão por suposta desorganização na cozinha, e a profissional alega depressão severa pela experiência.
A autora busca indenização por discriminação, assédio, pagamento irregular de horas extras e demissão sem justa causa. Este é o terceiro processo trabalhista envolvendo Jenner em 2026, após denúncias de duas ex-funcionárias de diferentes funções sobre o ambiente corporativo da empresária. Procurada, a defesa de Jenner não se manifestou sobre as acusações. A advogada da ex-chef afirmou que a parte busca ouvir as alegações no tribunal.
Entre na conversa da comunidade