- A saidinha temporária em Bauru resultou na não devolução de mais de sessenta detentos, conforme a Secretaria de Administração Penitenciária.
- Os presos que não retornaram estão sendo procurados pelas autoridades e podem responder por descumprimento de pena.
- A Secretaria afirma que a medida visa a ressocialização, mas a segurança pública continua como prioridade.
- A Secretaria de Segurança Pública acompanha o caso e toma medidas para localizar os detentos.
- A população local está preocupada e cobra maior fiscalização das saidinhas temporárias.
A saidinha temporária em Bauru, no interior de São Paulo, deixou mais de 60 detentos não retornando ao sistema prisional, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). A medida permite saída de presos para visitas, trabalho ou estudo, com fiscalização para garantir a recuperação social.
A SAP informou que os presos que não retornaram já são alvo de buscas pelas autoridades, que podem responder por descumprimento de pena. A Secretaria reforçou que o objetivo é a ressocialização, mas que a segurança pública permanece como prioridade.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo acompanha o caso e atua para localizar os detentos. A população local tem demonstrado preocupação e solicita maior fiscalização sobre as saidinhas temporárias.
A SAP afirmou que continuará monitorando a situação e que reforçará ações de fiscalização para assegurar a segurança da sociedade. Bauru é uma das cidades com maior população carcerária do estado, o que alimenta o debate sobre a efetividade do mecanismo.
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