- Dois empresários foram presos em flagrante em Ivoti, no Vale do Sinos, por armazenar e compartilhar ilegalmente imagens e vídeos de pornografia infanto-juvenil.
- A ação foi coordenada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Esteio, com apoio da delegacia de Ivoti, e cumpriu três mandados de busca na empresa e nas residências.
- Foram apreendidos computadores, notebooks, smartphones e mídias físicas; o material reunido ultrapassa 100 terabytes.
- A polícia monitorou os alvos por três meses, verificando uso de servidores e redes para baixar em larga escala conteúdos criminosos.
- Os dispositivos foram encaminhados ao Instituto-Geral de Perícias para análises técnicas que embasarão o inquérito.
Dois empresários foram presos em flagrante nesta sexta-feira (26) em Ivoti, no Vale do Sinos, acusados de armazenar e compartilhar ilegalmente imagens e vídeos de pornografia infanto-juvenil. A operação teve como objetivo desarticular redes virtuais dedicadas à exploração de menores.
A ação, coordenada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Esteio, contou com apoio da delegacia local de Ivoti. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na sede de uma empresa ligada aos investigados e nas residências dos suspeitos.
A Polícia Civil não divulgou os nomes ou ramos de atuação dos detidos por questões legais. A investigação durou três meses, com monitoramento contínuo do comportamento dos alvos por meio de inteligência policial e vigilância tecnológica.
Apreensão e encaminhamentos
Durante as diligências, as equipes localizaram extensa quantidade de material proibido e apreenderam computadores, notebooks, smartphones e diversas mídias de armazenamento. Ao todo, foram lacrados equipamentos encontrados nos endereços de Ivoti e encaminhados ao Instituto-Geral de Perícias para análises e extração de dados.
O relatório preliminar aponta a posse de mais de 100 terabytes de arquivos de pornografia infanto-juvenil. Os aparelhos apreendidos foram encaminhados para o IGP, que realizará trabalhos laboratoriais para sustentar o inquérito. A operação segue sob apuração da autoridade policial competente.
Informação publicada originalmente pela GZH.
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