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Irmão de Eloá comenta Lindemberg em documentário: ‘Acabou com a família’

Irmão de Eloá Pimentel afirma em documentário da Netflix que Lindemberg acabou com a família e que ele deveria ficar preso o máximo possível

Ronickson Pimentel, 39, irmão mais velho de Eloá Pimentel
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  • Ronickson Pimentel, 39, irmão de Eloá Pimentel, foi baleado durante uma tentativa de homicídio na manhã de sábado, na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
  • A vítima estava saindo de uma academia quando foi surpreendida por dois homens em uma moto, segundo a CNN Brasil.
  • No documentário da Netflix, “Caso Eloá: Refém ao Vivo”, disponível em 2025, o tenente afirmou que Lindemberg Alves, ex-namorado de Eloá, assassinou a irmã após mantê-la em cativeiro em 2008.
  • Ronickson disse que Lindemberg “acabou com a minha família” e que o criminoso deveria permanecer preso pelo tempo que for necessário.
  • Ele também relatou a pressão da imprensa durante o cativeiro e questionou o protagonismo de Lindemberg no caso, defendendo que Eloá não teve voz adequada.

Ronickson Pimentel, de 39 anos, foi alvo de uma tentativa de homicídio na manhã deste sábado (27). O ataque ocorreu na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande SP. A vítima é o irmão mais velho de Eloá Pimentel, já conhecida pela cobertura do caso.

Segundo a CNN Brasil, o tenente da Rota saia de uma academia quando dois homens em uma moto o surpreenderam. Ele foi atingido por tiros e levado para atendimento médico. O estado de saúde ainda não foi oficialmente informado.

A banca de produção da Netflix confirmou a participação de Ronickson no documentário “Caso Eloá: Refém ao Vivo”, lançado em 2025. O material aborda o assassinato de Eloá, ocorrido em 2008, e o impacto na família.

Eloá morreu aos 15 anos após ficar mais de quatro dias sob cárcere privado em Santo André, após terminar o namoro com Lindemberg Alves. Lindemberg era o ex-namorado que não aceitava o término.

O documentário levanta questões sobre a cobertura midiática do caso e o papel de Lindemberg, que manteve Eloá refém entre 13 e 17 de outubro de 2008. A operação policial na casa encerrou o cativeiro com disparos.

Para Ronickson, o crime contra Eloá deixou marcas profundas na família, que ainda enfrenta as consequências. Ele comenta a dificuldade de reconstruir a vida após o ocorrido.

Contexto do caso Eloá

O relacionamento entre Eloá e Lindemberg começou quando ela tinha 12 anos. Em outubro de 2008, Eloá foi morta após o sequestro prolongado. O episódio é lembrado como feminicídio, com sinais de controle e violência de gênero.

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